O preço não tem nada a ver com o custo do produto. Quem define o preço é o mercado”, disse um executivo da Mercedes-Benz, para explicar porque o brasileiro paga R$ 265.00,00 por uma ML 350, que nos Estados Unidos custa o equivalente a R$ 75 mil.

“Por que baixar o preço se o consumidor paga?”, explicou o executivo.

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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Os carros que podem encarecer sem acordo com México

18 modelos hoje vendidos no Brasil são trazidos do México e podem passar a embutir o imposto de importação e o aumento do IPI em seus preços

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 Os carros que não devem escapar do aumento de preços

São Paulo - A decisão do governo de acabar com o acordo automotivo com o México pode ser um duro golpe no bolso dos consumidores. Atualmente as montadoras que estão instaladas no Brasil podem importar de suas unidades mexicanas carros sem a tarifa de importação de 35% e sem serem submetidas ao aumento do IPI de 30 pontos percentuais anunciado pelo governo no ano passado. A informação de que o acordo com o México pode acabar foi revelada ontem pela colunista Sonia Racy, do Estado de São Paulo, e confirmada pela imprensa hoje. Se a medida realmente for tomada, só poderá entrar em vigor após 14 meses. “Até lá, as montadoras poderão buscar algum tipo de plano B que as libere do pagamento desses impostos”, afirma Roberto Barros, analista de mercado da consultoria IHS Automotive. Encontrar uma saída para evitar aumentos de preços, entretanto, pode ser bastante complexo, já que, no novo modelo que está sendo desenhado pelo governo, somente os carros produzidos em países do Mercosul estariam livres dos impostos. Nas próximas páginas, EXAME.com mostra uma lista elaborada pela consultoria IHS Automotive dos modelos que hoje são importados do México e que podem ter os preços aumentados.

 

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