O preço não tem nada a ver com o custo do produto. Quem define o preço é o mercado”, disse um executivo da Mercedes-Benz, para explicar porque o brasileiro paga R$ 265.00,00 por uma ML 350, que nos Estados Unidos custa o equivalente a R$ 75 mil.

“Por que baixar o preço se o consumidor paga?”, explicou o executivo.

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terça-feira, 22 de maio de 2012

Consumidor precisa fiscalizar para garantir a redução do preço

http://www.autoinforme.com.br/m5.asp?cod_noticia=148&cod_pagina=381

Se a procura aumentar, o preço vai subir o sacrifício do governo e da indústria vai acabar nas mãos dos atravessadores.
Das medidas anunciadas ontem pelo ministro Guido Mantega para estimular a economia, a redução do IPI deve permanecer até 31 de agosto, assim como o corte de impostos e dos juros para financiamento. A redução do preço do carro, que cabe às montadoras, também será oficializada, fechando o acordo das partes. Mas nada garante que o carro vai ficar mais barato, como quer o ministro, que prevê uma queda de preço de 10% para os modelos com motor de 1000cc.
Na última medida para estimular as vendas, na crise de 2008, as reduções de impostos não foram totalmente repassadas para o consumidor. O mesmo pode acontecer agora. Se a procura aumentar, porque o mercado venderia o carro mais barato? Portanto, só a concorrência vai garantir a manutenção dos preços em baixa.
Mesmo que todas as montadoras respeitem o acordo e não passem a maquiar produtos, o mercado é que vai ditar o preço final. O consumidor precisa ficar atento e, na hora da compra, exigir as reduções previstas, caso contrário, estará contribuindo para que o sacrifício do governo e da indústria morra na mão dos atravessadores.

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