O preço não tem nada a ver com o custo do produto. Quem define o preço é o mercado”, disse um executivo da Mercedes-Benz, para explicar porque o brasileiro paga R$ 265.00,00 por uma ML 350, que nos Estados Unidos custa o equivalente a R$ 75 mil.

“Por que baixar o preço se o consumidor paga?”, explicou o executivo.

Participe no Protesto!

sábado, 31 de março de 2012

Renault Duster Completo 2.0 ZERO por R$ 51.800

No chile, sim. O Brasileiro prefere pagar mais.

Novo acordo Brasil/México muda planos da Honda

http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2012/03/30/mudanca-do-acordo-brasilmexico-muda-plano-da-honda/

Joel Leite
 
– Fábrica mexicana vai diversificar a exportação, vendendo para o Chile, Peru e Colômbia.
As mudanças do acordo entre Brasil e México que permitia a livre negociação entre os dois países, mudou os planos da Honda na América Latina, que agora prevê exportar para outros países da região, conforme informou a agência Flash de Motor. O Diretor Geral da Honda, Takanobu Ito, disse à imprensa que agora suas vendas se canalizarão para outros países como Chile, Peru e Colômbia para reduzir os níveis de produção da fábrica que a Honda começou a construir em Gunajuato, no México.
Segundo ele “a Associação Mexicana da Indústria Automobilística e o governo federal são os que definirão as cotas de exportação para a marca e por isso achamos que será afetada a nossa parte das vendas para o Brasil dos carros produzidos no México”.
O empresário japonês reiterou que a Honda tem uma fábrica no Brasil, na qual não aumentaria a produção por causa do acordo. Ele afirmou que “no ano passado enviamos ao Brasil mais de 16 mil unidades e estimamos elevar esta cifra em 2012, mas por causa desta troca teremos que modificar as expectativas sem afetar a produção de mais carros.”
Segundo dados da associação dos fabricantes de carros do México, dos 131.384 carros exportados para o Brasil em 2011, a Honda participou com 11,3% e se não encontrar um mercado que receba estas unidades, terão que modificar os seus planos de produção. Durante o primeiro bimestre deste ano a marca japonesa exportou 52.507 carros, na sua maioria para os Estados Unidos.
Em setembro de 2011 a Honda colocou a pedra fundamental de sua fábrica em Celaya, Gunajuato, com a presença do presidente do México, Felipe Calderón; Carlos Guzmán Bofill, Diretor Geral do ProMéxico; Juan Manuel Oliva, Governador do Estado de Guanajuato; Takanobu Ito, Presidente e Diretor Geral mundial da Honda Motor Japão; Tetsuo Iwamura, Presidente da American Honda; Isamu Yamaki, Presidente e Diretor Geral da Honda México.
Ito lembrou que em agosto do ano passado a Honda anunciou a construção da nova fábrica em Celaya que tem como meta iniciar as suas operações em 2014 “considerando a necessidade do mercado mexicano, no qual tem uma expectativa de crescimento contínuo no futuro, principalmente na região norteamericana e outras regiões que sirvam como base de produção mundial”.
O presidente mundial da Honda disse ainda que “decidimos que o Honda Fit será o primeiro produto que será produzido nesta fábrica. Também queremos um eficiente sistema de produção que permitirá termos uma alta qualidade de produtos com um preço razoável, aumentando a utilização de peças locais”.
Com investimento de US$ 800 milhões, a fábrica terá capacidade de produção de 200 mil unidades, empregando 3,2 mil funcionários. Esta será a oitava fábrica da Honda na América do Norte. Com novos investimentos que serão feitos, a capacidade de produção anual da Honda chegará de 1,63 a 1,87 milhões de unidades, de acordo com o presidente da empresa.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Só não tem tecnologia quem não quer

http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2012/03/28/so-nao-tem-tecnologia-quem-nao-quer/
 
– A tecnologia automotiva está à disposição, basta as montadoras quererem equipar seus carros.
– Um controlador de velocidade tem um custo de R$ 50,00, segundo consultor. “Mas as montadoras não querem investir”
“O ser humano só faz as coisas quando é obrigado a fazer”. A frase, do presidente da Continental, Maurício Muramoto, foi dada em resposta a uma questão que tomou conta do simpósio da SAE Brasil Novas Tecnologias Automotivas, realizado esta semana em São Paulo: os carros brasileiros vão acompanhar em tecnologia e equipamentos os carros do Primeiro Mundo?
Se o ser humano só reage quando for exigido, imagine as empresas. É isso o que quis dizer o executivo:
“É preciso que o concorrente venha com algo a mais para que a montadora corra atrás”.
Tanto Maurício quanto o consultor Francisco Satkunas – que por 30 anos foi o executivo da GM – analisam o mercado do ponto de vista do fabricante, e mesmo nessa condição, fazem críticas às montadoras. Ambos foram palestrantes no simpósio da SAE.
Satkunas acha que, com pequeno investimento, as montadoras instaladas no Brasil poderiam disponibilizar em seus carros equipamentos que fariam a diferença em relação aos chineses. Ele enumera alguns itens que exigiriam investimentos ínfimos e que “encantariam” o consumidor.
“Todos os carros, que a partir de 2014 terão obrigatoriamente que serem equipados com o sistema de freios ABS – avalia – poderiam ter o controle de tração, bastando para isso uma pequena adaptação no equipamento.”
“O custo de uma modificação como essa não é mais de R$ 50,00”, revelou.
- Sendo um investimento tão pequeno, porque as montadoras não o fazem?
“As montadoras não querem investir em nada que represente aumento de custo. Se o projeto prevê o gasto de R$ 1,00 a mais eles não aprovam”. disse o consultor.
Não se trata, da parte dele, de uma crítica às montadoras, mas um alerta. Satkunas acha que elas poderiam, com pouco dinheiro, ter um diferencial importante dos chineses que acabaram atraindo a atenção do consumidor por oferecer carros equipados por preço equivalente ao dos carros fabricados no Brasil sem os mesmos equipamentos.
Ele dá o exemplo do controlador de velocidade, também conhecido como piloto automático. Segundo Satkunas, o custo da inclusão de um equipamento como esse não passaria de R$ 50,00. Outro equipamento citado, com custo semelhante, é o sistema que coloca o câmbio automático na posição “neutro” cinco segundos após o carro parar (no trânsito ou no farol), o que, segundo ele, resulta numa economia de 3% a 5% de combustível.
O que se viu no simpósio dos engenheiros é que a produção de tecnologia para veículos é muito grande e está disponível para quem quiser construir um carro mais moderno.
O engenheiro Francisco Satkunas confirma essa disponibilidade:
“A tecnologia está na prateleira. Basta a montadora resolver investir e escolher o que quer colocar no carro. É preciso saber o que o consumidor deseja, quais os equipamentos que podem encantar o cliente e então equipar os seus carros com eles, oferecendo o ‘algo mais’, criando valor no produto e assim a empresa terá uma vantagem competitiva”.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Honda City, Nissan Tiida: Preço justo?


BMW 1M custa R$ 106.000 a menos na Argentina

 http://caranddriverbrasil.uol.com.br/noticias/mercado/bmw-1m-custa-r-106000-a-menos-na-argentina/1670

Compacto "bombado" parte de US$ 89.900 (R$ 162.800) nos vizinhos; aqui sai por R$ 268.800

 O BMW 1M já havia demorado para chegar ao Brasil, onde desembarcou há cerca de um mês. Agora é a vez do compacto "nervoso" chegar também à Argentina, onde teve seu preço fixado em US$ 89.900, o equivalente a R$ 162.800. O valor é assustadoramente R$ 106.000 menor do que os R$ 268.800 pedido pelo mesmíssimo carro aqui no Brasil. Impostos? Lucro? Só o que sabemos é que a cifra está um tanto salgada...
Em relação ao BMW Série 1, apenas 20% dos componentes foram aproveitados entre os modelos. O ronco ácido do 1M é gerado pelo motor 3.0 biturbo com dois gerenciamentos escolhidos por meio da tecla M no volante. Esta unidade fornece 340 cv de potência e até 50,9 mkgf de torque máximo com o overboost, além de trabalhar em conjunto com um câmbio manual de seis velocidades. Com este conjunto, os alemães prometem levar o carro de 1.495 kg de 0 a 100 km/h em 4,9 segundos e de 0 a 200 km/h em 17,3 segundos. 

 

BMW Série 1 M Coupé custa R$ 163 mil na Argentina

Por Vitor Matsubara | 26/03/2012
 
Se você acha absurdo pagar mais de 200 mil reais em um BMW Série 1 M Coupé, vai ficar ainda mais frustrado com esta notícia. A montadora alemã iniciou as vendas do modelo no mercado argentino, que acaba de ganhar sua primeira revenda oficial.
Por lá, quem quiser levar o cupê para casa precisa desembolsar 89.900 dólares, o equivalente a quase 163 mil reais. O valor é bem inferior ao cobrado no mercado brasileiro, onde os endinheirados precisam assinar um cheque de 268.900 reais.
O Série 1 M Coupé é equipado com um motor 3.0 biturbo de seis cilindros, que entrega 340 cv. Tanta cavalaria faz o cupê ir de 0 a 100 km/h em 4,9 segundos e atingir os 200 km/h em menos de 18 segundos. A velocidade máxima é limitada eletronicamente em 250 km/h.
 

sexta-feira, 23 de março de 2012

Nissan March ZERO por R$ 18.600,00

para os americanos, sim. La ha concurencia sem protecionismo. O brasileio que voutou na Dilma e seu bonequim Manteiga prefeire pagar 26.990 para o Nissan March 1.0 sem conforto nenhum.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Crédito e renda ampliam demanda por carro mais completo

 http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2012/03/22/credito-e-renda-ampliam-demanda-por-carro-mais-completo.jhtm

SÃO PAULO, 21 Mar (Reuters) - O crescimento da renda das famílias brasileiras tem impulsionado não só o volume de vendas de veículos, mas de veículos mais bem equipados que alguns anos atrás, o que tem obrigado montadoras instaladas no país a incrementar suas ofertas diante da concorrência de importados mais recheados e de exigência cada vez maior dos consumidores.
Equipamentos antes referência de veículos mais luxuosos como câmbio automático, freios ABS, airbags e sensores de estacionamento estão se popularizando e começam a se tornar itens que já saem de fábrica, após figurarem por muito tempo como opcionais em lojas no país. Isso antes da obrigatoriedade de inclusão de ABS e airbags nos automóveis produzidos no Brasil a partir de 2014.
A tendência vem se fortalecendo diante de um mercado interno que deve voltar a bater recorde de vendas em 2012 e de um quadro cambial que favorece importação de modelos mais sofisticados que chamam atenção dos consumidores e obrigam o governo a tomar medidas para conter o fluxo de veículos vindos do exterior, segundo analistas consultados pela Reuters.

Brasileiro não quer mais carro 1.0

"Brasileiro não quer mais saber de carro 1.0", disse a diretora da consultoria MB Associados Tereza Fernandez. "A indústria vai ter que melhorar nossos produtos, não tenho a menor dúvida. Estamos fabricando carroças."
Um exemplo do quadro é o novo sedã Cobalt, da General Motors, cuja versão mais simples sai de fábrica com direção hidráulica, ar condicionado e travas elétricas
"Normalmente, há alguns anos, isso era quase inviável. Hoje, justamente para atender às solicitações dos clientes, já ocorre esse tipo de oferta", informou a assessoria de imprensa da montadora norte-americana.
Segundo dados da associação de montadoras Anfavea, a participação dos veículos com motor 1.0, normalmente os modelos nacionais menos equipados do mercado, no total das vendas do país em fevereiro foi a menor desde 1994, correspondendo a 42,6%. Essa motorização "popular" surgiu no início da década dos anos 1990, com o Fiat Uno, cujos primeiros modelos sequer tinham retrovisor do lado direito do carro.
Enquanto isso, as vendas de veículos com motores entre 1.000 e 2.000 cilindradas, que costumam ser melhor equipados e incluem modelos importados, atingiu 56,5%, um dos níveis mais altos dos últimos anos.
"Antigamente as pessoas compravam o carro pelado e ficavam um ano equipando", afirmou à Reuters o presidente da associação de distribuidores de veículos Fenabrave, Flavio Meneghetti. "Hoje, com renda maior, mais competitividade e financiamento, muitos do que compravam automóveis passaram a comprar SUVs (utilitários esportivos) que são carros mais completos."

Destaque para o segmento de SUVs

O segmento de SUVs integra o conjunto de comerciais leves, que inclui vans e picapes e que em 2011 cresceu suas vendas em 14% ante leve expansão de 2,9% nos licenciamentos de automóveis. O segmento é praticamente formado por veículos importados, com os compactos EcoSport, da Ford, e o mais recente Duster, da Renault, como representantes nacionais.
Segundo Meneghetti, com o aumento da exigência do consumidor e das opções de financiamento, a distância entre os veículos nacionais e importados tende a diminuir pois a "indústria local não pode se acomodar".
Ele comentou, no entanto, que outra tendência do mercado nacional é a evolução de motores menores, mas mais potentes, permitindo a alimentação de dispositivos como ar condicionado com mais eficiência.
"No início dos anos de 1990, motores 1.0 tinham 48 cavalos, hoje eles estão desenvolvendo 66 cavalos. A indústria está tirando água de pedra", comentou Meneghetti.

Montadoras têm margem de lucro maior

Segundo o presidente da associação de montadoras Anfavea, Cledorvino Belini, a indústria terá de investir em desenvolvimento tecnológico para enfrentar o incremento da exigência dos consumidores. "Este é o lado positivo da mudança na pirâmide social brasileira, entendemos que a motorização 1.0 vai ser sempre significativa", disse Belini, no início do mês.
Para o diretor do Centro de Estudos Automotivos, Luiz Carlos Mello, a questão passa também pelo lado financeiro das montadoras, uma vez que o incremento de dispositivos nos veículos ajuda na margem de lucro.
"Em carros pequenos, as montadoras só ganham pelo volume de produção e de vendas. O lucro do carro pequeno é muito modesto. Com a instalação de componentes opcionais, a montadora ganha mais", comentou.
Segundo ele, apesar de o governo brasileiro tentar limitar a importação de veículos no país, revendo o acordo automotivo com o México e aumentando o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dos modelos fabricados fora do Mercosul.

Crédito ajuda na compra de carro mais encorpado

"As pessoas compram com crédito e com crédito é possível comprar um veículo mais encorpado e aí também entram os importados (...) Por mais que o governo estabeleça medidas artificiais, o mercado está aí."
"Os fabricantes, com certeza, vão olhar o segmento (de SUVs) de maneira mais aberta do que fizeram até agora. A pressão da concorrência dos importados deve levá-los a essa consideração. Quer queiram, quer não."
Indicativo da comentário de Mello, o governo do Espírito Santo assinou no início do mês acordo para a construção de uma fábrica da Brasil Montadora de Veículos, que além de automóveis produzirá SUVs das marcas chinesas Changan e Haima e da sul-coreana Ssangyong.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Jac 3 ZERO a partir de R$ 19.490,00


Parece que os Chilenos nao aceitam precos abusivos.

Comentario H.S. no facebook/lucrobrasil:
Quero saber que imposto conseguiria justificar uma diferença de até até 208% ou um acréscimo de mais de R$ 30.000 no preço, como no modelo Jac 6 !
Responde aí JAC MOTORS ! Haja IPI hein, mas, vocês JÁ tem fábrica no Brasil e não pagam IPI de importação !

Super IPI provoca super aumento em carros de luxo

 http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2012/03/21/super-ipi-provoca-super-aumento-em-carros-de-luxo/

– Bentley Continental GTC ficou R$ 252 mil mais caro: foi para R$ 1,2 milhão.
– Bentley, Land Rover, Volvo, Maserati e Jaguar foram as marcas que mais subiram.
– Dos 50 carros que ficaram mais caros em fevereiro, 38 custam mais de R$ 100 mil.

O Bentley Continental GTC está R$ 252 mil mais caro. Esse foi o aumento registrado em fevereiro para o modelo topo de linha da marca inglesa no Brasil, conforme o índice AutoInforme/Molicar que faz o levantamento dos preços de todos os carros novos oferecidos no mercado brasileiro. O carro custava R$ 948 mil e passou a custar R$1,2 milhão.
O aumento foi menor do que o previsto, considerando o IPI adicional de 30 pontos percentuais aprovados pelo governo para carros importados.
“Nenhum segmento é imune a aumento de preços”, disse à AutoInforme o representante da empresa no Brasil, por isso, “a Bentley São Paulo decidiu dar uma demonstração de confiança no mercado e os carros importados com o IPI mais alto serão reajustados com apenas uma ´pequena fração´ do aumento do imposto”.
A cotação do carro em fevereiro não subiu os 30%, mas quase isso: 26,6%.
Embora considere que nenhum segmento esteja livre do impacto do Super IPI no preço, a Bentley não mudou os planos de vendas para este ano. Ao contrário, quer crescer:
“Nosso planejamento visa atingir vendas superiores às de 2011. É o nosso compromisso. Entramos no mercado com visão de longo prazo e pretendemos colocar a marca em todo o território brasileiro, com a chegada de novos e inéditos modelos”, disse Jennifer Toledo, representante da importadora.
Somente marcas de carros super luxuosos figuram nas primeiras posições do ranking das maiores altas no mês. A Bentley lidera o aumento de preço no mês com alta de 16,8%, na média. A Land Rover vem em seguida, com alta de 4,3%, na terceira posição aparece a Volvo, com alta de 4,1%, a Maserati, + 2,8% e a Jaguar, com aumento de preço de 2,7% em fevereiro.
A lista dos carros que mais subiram de preço em fevereiro tem nas dez primeiras posições carros importados de alto luxo. Após o Bentley Continental GTC, que passou a custar $ 1,2 milhão, aparecem o Volvo XC 60, com alta de 17,5% (foi para R$ 235 mil), o Jaguar XF-R (R$ 405 mil + 15,7%) e o Mercedes-Benz CLS 350 Avant (R$ 370 mil +15,6%).
Na lista dos 50 carros que mais subiram de preço em fevereiro (clique aqui para ver) só tem carro importado e de luxo, com raras exceções. Há apenas quatro abaixo de R$ 60 mil, como o Suzuki Jimmy e o Kia Cerato, e outros oito abaixo de R$ 100 mil, como o Hyundai Veloster e o Fiat 500. Dos 50, 38 são modelos que custam mais de R$ 100 mil.
Marcas que mais aumentaram os preços em fevereiro
1) Bentley                 16,8%
2) Land Rover           4,3%
3) Volvo                    4,1%
4) Maserati                2,8%
5) Jaguar                    2,7%

segunda-feira, 19 de março de 2012

Hyundai Genesis Zero por 59.990 R$

... nos EUA!
O Brasileiro prefere pagar 3 - 4 e levar apenas 1.


IPI, carroças e descaramento


 http://congressoemfoco.uol.com.br/opiniao/forum/ipi-carrocas-e-descaramento/


“Se quer proteger a indústria nacional, aumentando o IPI de carros importados, por que o governo, na hora de escolher seus automóveis, opta por veículos do Canadá?”
por Congresso em Foco | 17/03/2012 07:00

Célio Pezza*
De acordo com o dicionário Aurélio, descaramento quer dizer falta de vergonha, desaforo, insolência, atrevimento e outros adjetivos. O que isso tem a ver com o IPI? No final do ano passado, o governo brasileiro passou a cobrar uma alíquota de impostos maior em 30% para veículos importados e que tenham menos de 65% de componentes nacionais.
O Ministro da Fazenda, Guido Mantega, explicou que a decisão do governo teve o objetivo de privilegiar os trabalhadores brasileiros e que o cidadão é visto prioritariamente pelo governo como trabalhador e depois como consumidor. Quando questionado sobre os altos preços dos carros nacionais, sua péssima qualidade, e que essa medida poderia representar uma reserva de mercado para a indústria automotiva brasileira, teve a brilhante resposta de que nos últimos anos os carros subiram menos do que a inflação. Também refutou a reserva, pois disse que as montadoras estrangeiras podem vir se instalar e produzir no Brasil. Bem, quem acompanha o mercado sabe que os preços praticados no Brasil são os mais altos do mundo e, quanto à qualidade, já foram chamados de carroças até por um antigo presidente.
Um pouco depois, a presidenta Dilma defendeu o aumento do imposto seguindo o mesmo raciocínio da defesa dos empregos nacionais. Até aqui, tudo bem e vamos acreditar no discurso. O problema é que apenas alguns meses após, o Gabinete de Segurança da Presidência da República adquiriu uma frota de dez veículos blindados Ford Edge V6 a gasolina, num total de R$ 1,7 milhão, para uso da equipe presidencial em viagens e tarefas de rotina como escoltas, transporte de familiares, etc.. Tudo bem, não fosse um pequeno detalhe: todos os veículos são importados do Canadá. Nesta hora, algumas perguntas saltam à nossa vista. Como fica o discurso sobre a mão de obra brasileira? E o álcool como combustível nacional? Por que não compraram um moderno carro com motor Flex fabricado aqui no Brasil? Por que o governo faz um discurso e pratica outra realidade? Isso é descaramento.
Nesta hora, eu me lembrei das palavras de meu avô quando dizia em sua simplicidade que as carroças eram feitas para os burros. Hoje entendo melhor esta frase e quando olho para todos os lados, também me lembro de Tancredo Neves, que falou um dia que “o processo ditatorial, o processo autoritário, traz consigo o germe da corrupção. O que existe de ruim é que ele começa desfigurando as instituições e acaba desfigurando o caráter do cidadão”.
 

sábado, 17 de março de 2012

Nova Grand Tour custa menos que nossa antiga


 

Carsale - A renovada linha Renault Mégane 2012 acaba de chegar à Espanha. Naquele país, a família é completa e conta com os modelos hatch, cupê e perua. Mesmo que não seja um carro muito lembrado, a versão station wagon também existe no Brasil, com o nome Grand Tour. Lançada em 2006, a perua recebeu uma atualização em 2010 e sobrevive até hoje por aqui, ao contrário do sedã Mégane, que se despediu dos brasileiros em 2010.
Como custo-benefício e gosto não se discutem, vamos aos fatos. Fãs da linha Mégane devem saber que a Renault não tem seus planos o objetivo de trazer a nova família ao Brasil. Desta forma, a Grand Tour que conhecemos não terá como sucessora a perua apresentada na Europa.

O que deverá acontecer por aqui em breve é aposentadoria da perua, sendo que sua sucessora provavelmente será a minivan da marca romena, a Dacia Lodgy, que chegará ao País com o logo da Renault – como aconteceu com o utilitário esportivo Duster.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Política industrial brasileira é 'receita para declínio', diz 'Economist'


http://not.economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201203090855_BBB_80959608

O protecionismo do Brasil em relação a sua indústria é uma "receita para o declínio industrial", afirma a revista britânica The Economist em sua edição mais recente.

A atual disputa entre Brasil e México a respeito de um acordo de 2002 que permite o livre comércio de carros entre os dois países, segundo a revista, mostra as diferenças entre os modelos industriais dos dois países.
O México, com uma economia mais aberta após o Acordo de Livre Comércio Norte-americano (Nafta), se tornou uma base para montadoras de todo o mundo e, no ano passado, exportou 2,1 milhões dos 2,6 milhões de veículos que produziu.
Já o Brasil, cuja política, de acordo com a Economist, obrigou as empresas a abrirem fábricas locais para suprirem a demanda interna por carros, exportou somente 540 mil dos 3,4 milhões de veículos produzidos em 2011, faturando meros US$ 372 milhões, enquanto as exportações mexicanas renderam ao país US$ 2 bilhões.
Por causa do menor faturamento, o país pressiona por mudanças no acordo com o México, que incluem o aumento da porcentagem de componentes locais nos veículos e a limitação das importações livres de impostos. Segundo a revista, as autoridades brasileiras afirmam que montadoras americanas e asiáticas se beneficiam do acordo, fabricando carros no México que acabam sendo exportados para o Brasil.
"O Brasil vê seu mercado doméstico como um bem a ser protegido. E vê as importações da China, mais baratas por causa do fortalecimento do real, como uma ameaça a sua indústria", diz a publicação. O artigo ressalta que em 2011, a importação de carros pelo Brasil cresceu 30%, sendo que a de veículos fabricados na China teve um aumento de mais de 10 vezes.
Preocupação
A Economist afirma ainda que, apesar do revés que a indústria mexicana sofreu no início do Nafta, em 1994, a abertura à competição com empresas intenacionais fez com que as indústrias locais que sobreviveram ao impacto se tornassem mais eficientes e impulsionassem um crescimento do percentual da indústria no PIB do país.
Já o Brasil teria "um problema de competitividade, e não de mercado", nas palavras de um consultor de São Paulo, citado pela reportagem. A revista indica que o protecionismo característico da política industrial brasileira pode ter sido o responsável pela queda do percentual de produção industrial no PIB de 17,2% em 2000 para 14,6% em 2011.
A diminuição da produção industrial, causada por impostos elevados e pelo peso dos encargos, também é considerada uma das razões pelas quais a economia brasileira cresceu somente 2,7% no ano passado.
A tentativa de estender o modelo protecionista ao Mercosul, segundo a revista, pode dificultar ainda mais o crescimento da indústria brasileira. "O Mercosul deveria fornecer um mercado maior para a indústria brasileira. Mas o Brasil está preso em uma série de impasses comerciais com a Argentina, que é ainda mais protecionista", diz a Economist.

Toyota Camry V6 ZERO por apenas R$ 55.400,00

.... para os Mexicanos. O Brasileiro gosta de pagar 3 e levar 1.


Brasil e México fecharão acordo automotivo bom para ambos, diz ministro

http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2012/03/15/brasil-e-mexico-fecharao-acordo-automotivo-bom-para-ambos-diz-ministro.jhtm

Brasil e México irão fechar um acordo automotivo que seja bom para ambos os países, disse nesta quinta-feira o ministro brasileiro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, em Pernambuco, segundo informou sua assessoria de imprensa.
Pimentel, que na quarta-feira esteve no México para reuniões sobre o acordo automotivo, afirmou ainda que o acerto contemplará uma cota móvel e flexível de exportações.
As negociações também foram conduzidas pelo ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota. Pelo lado mexicano, as conversas estão sendo chefiadas pelos ministros Bruno Ferrari, da Economia, e a chanceler Patrícia Espinosa.
O acordo automotivo com o México foi firmado em 2002 e estabelece que veículos fabricados nos países do bloco econômico e no México sejam comercializados entre eles sem a cobrança do Imposto de Importação, mas com isenção sujeita às regras de conteúdo local.

Acordo

Pelo acordo, os carros vindos do México não são considerados importados –estando, portanto, isentos da alta do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), em vigor desde meados de dezembro.
A Nissan seria uma das empresas mais afetadas. A montadora importa daquele país cinco modelos: Sentra, Tiida Hatch, Tiida Sedã, Versa e March.
A Fiat importa do México os modelos 500 e Freemont. A General Motors, o esportivo Captiva. Os modelos Fusion e New Fiesta, da Ford, também veem daquele país.

Entenda o impasse

Os mexicanos teriam ficado irritados com negociações por carta e, na sexta-feira (9), exigiram que as conversas ocorressem "cara a cara", segundo uma fonte ouvida pela agência de notícias Reuters.
No mês passado, o Brasil ameaçou romper o acordo bilateral e pediu uma revisão dos termos, devido ao deficit crescente no comércio de automóveis entre os dois países. Uma possibilidade sugerida foi limitar o valor máximo de exportações do México a cerca de US$ 1,4 bilhão para os próximos três anos.
Desde a semana passada, os dois países trocam correspondências com propostas de revisão, sem alcançar um acordo.
Pimentel e o secretário de economia do México, Bruno Ferrari, conversaram por telefone na sexta-feira e tentaram reduzir um pouco as tensões da negociação, segundo uma fonte do governo brasileiro.

Brasil pede limite de exportações do México

O governo brasileiro pediu que o México limite o valor das suas exportações de automóveis para o Brasil para cerca de US$ 1,4 bilhão para os próximos três anos como parte de um conjunto de demandas para renegociar o acordo do comércio automotivo entre os dois países.
O governo também disse que a quota foi o valor médio anual das exportações de automóveis do México para o Brasil nos últimos três anos, de acordo com uma carta datada de 8 de março à chanceler mexicana Patricia Espinosa e ao ministro da Economia Bruno Ferrari, à qual a agência de notícias Reuters teve acesso. 
O documento afirma que os dois lados haviam chegado a um entendimento para definir os termos da revisão do acordo. O governo mexicano não estava imediatamente disponível para comentar o assunto.

Carros mexicanos provocam rombo na balança comercial

O acordo automotivo entre Brasil e México provocou um rombo de R$ 1,55 bilhão na balança comercial brasileira apenas com a importação de automóveis de passeio. Em 2011, o Brasil vendeu para o México pouco mais de US$ 512 milhões de carros, mas gastou US$ 2,07 bilhões na compra de automóveis mexicanos.
De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, em 2011, no âmbito do acordo automotivo, o Brasil exportou para o México US$ 1,81 bilhão em veículos e autopeças e importou dos mexicanos US$ 2,51 bilhões, gerando saldo foi negativo de US$ 696 milhões.
(Com informações de Reuters e Agência Brasil)

quarta-feira, 14 de março de 2012

Chevrolet Captiva Zero R$ 46.910,00


IPI, carroças e descaramento

http://www.administradores.com.br/informe-se/economia-e-financas/ipi-carrocas-e-descaramento/53219/

No final do ano passado, o governo brasileiro passou a cobrar uma alíquota de impostos maior em 30% para veículos importados e que tenham menos de 65% de componentes nacionais. Mas compra carros oficiais no Canadá

 

De acordo com o dicionário Aurélio, descaramento quer dizer falta de vergonha, desaforo, insolência, atrevimento e outros adjetivos. O que isto tem a ver com o IPI? No final do ano passado, o governo brasileiro passou a cobrar uma alíquota de impostos maior em 30% para veículos importados e que tenham menos de 65% de componentes nacionais.
O Ministro da Fazenda Guido Mantega explicou que a decisão do governo teve o objetivo de privilegiar os trabalhadores brasileiros e que o cidadão é visto prioritariamente pelo governo como trabalhador e depois como consumidor. Quando questionado sobre os altos preços dos carros nacionais, sua péssima qualidade e que esta medida poderia representar uma reserva de mercado para a indústria automotiva brasileira, teve a brilhante resposta de que nos últimos anos os carros subiram menos do que a inflação. Também refutou a reserva, pois disse que as montadoras estrangeiras podem vir se instalar e produzir no Brasil. Bem, quem acompanha o mercado sabe que os preços praticados no Brasil são os mais altos do mundo e, quanto à qualidade, já foram chamados de carroças até por um antigo presidente.
Um pouco depois, a presidenta Dilma defendeu o aumento do imposto seguindo o mesmo raciocínio da defesa dos empregos nacionais. Até aqui, tudo bem e vamos acreditar no discurso. O problema é que apenas alguns meses após, o Gabinete de Segurança da Presidência da República adquiriu uma frota de dez veículos blindados Ford Edge V6 a gasolina, num total de R$ 1,7 milhão, para uso da equipe presidencial em viagens e tarefas de rotina como escoltas, transporte de familiares etc. Tudo bem, não fosse um pequeno detalhe: todos os veículos são importados do Canadá. Nesta hora, algumas perguntas saltam à nossa vista: como fica o discurso sobre a mão de obra brasileira? E o álcool como combustível nacional? Por que não compraram um moderno carro com motor Flex fabricado aqui no Brasil? Por que o governo faz um discurso e pratica outra realidade? Isso é descaramento.
Nesta hora, eu me lembrei das palavras de meu avô quando dizia em sua simplicidade que as carroças eram feitas para os burros. Hoje entendo melhor esta frase e quando olho para todos os lados, também me lembro de Tancredo Neves que falou um dia que "o processo ditatorial, o processo autoritário, traz consigo o germe da corrupção. O que existe de ruim é que ele começa desfigurando as instituições e acaba desfigurando o caráter do cidadão".
Célio Pezzaé escritor e autor de diversos livros, entre eles: "As Sete Portas", "Ariane", e o seu mais recente "A Palavra Perdida".

 

Honda City Zero R$ 29.900,-; Nissan Tiida Zero R$ 19.990,-

.... apenas no Mexico. Obrigado, Guido Mantega para proteger nossa economia desses carros.

terça-feira, 13 de março de 2012

Nissan do Brasil.


BMW diz que governo brasileiro cria incertezas para fábrica no país

http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2012/03/13/bmw-diz-que-governo-brasileiro-cria-incertezas-para-fabrica-no-pais.jhtm

A BMW afirmou nesta terça-feira que o governo brasileiro está criando incertezas para fábrica no país, mas que a montadora de carros de luxo espera chegar a um acordo.
O diretor de produção da companhia também afirmou que a montadora está considerando a possibilidade produzir motores na região do Tratado de Livre Comércio da América do Norte (Nafta), que inclui Estados Unidos, Canadá e México.

Polêmicas com o México

Nos últimos meses, o governo brasileiro pediu que o México limite o valor das suas exportações de automóveis para o Brasil para cerca de US$ 1,4 bilhão para os próximos três anos como parte de um conjunto de demandas para renegociar o acordo do comércio automotivo entre os dois países.
O governo também disse que a quota foi o valor médio anual das exportações de automóveis do México para o Brasil nos últimos três anos, de acordo com uma carta datada de 8 de março à chanceler mexicana Patricia Espinosa e ao ministro da Economia Bruno Ferrari, à qual a Reuters teve acesso.
O documento afirma que os dois lados haviam chegado a um entendimento para definir os termos da revisão do acordo. O governo mexicano não estava imediatamente disponível para comentar o assunto.

Carros mexicanos provocam rombo na balança comercial

O acordo automotivo entre Brasil e México provocou um rombo de R$ 1,55 bilhão na balança comercial brasileira apenas com a importação de automóveis de passeio. Em 2011, o Brasil vendeu para o México pouco mais de US$ 512 milhões de carros, mas gastou US$ 2,07 bilhões na compra de automóveis mexicanos.
De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, em 2011, no âmbito do acordo automotivo, o Brasil exportou para o México US$ 1,81 bilhão em veículos e autopeças e importou dos mexicanos US$ 2,51 bilhões, gerando saldo foi negativo de US$ 696 milhões.

Acordo

Pelo acordo, os carros vindos do México não são considerados importados –estando, portanto, isentos da alta do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) que vigora desde o mês passado.
A Nissan seria uma das empresas mais afetadas. A montadora importa daquele país cinco modelos: Sentra, Tiida Hatch, Tiida Sedã, Versa e March.
A Fiat importa do México os modelos 500 e Freemont. A General Motors, o esportivo Captiva. Os modelos Fusion e New Fiesta, da Ford, também veem daquele país.

BMW ameaça desistir de plano de fábrica no Brasil

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1061048-bmw-ameaca-desistir-de-plano-de-fabrica-no-brasil.shtml

A BMW ameaçou nesta terça-feira desistir dos planos de construir uma fábrica de montagem de veículos no Brasil se novas medidas impostas pelo governo impedirem a produção lucrativa no país.
"Não iremos para o Brasil para termos prejuízo", disse o diretor de produção da BMW, Frank-Peter Arndt, a jornalistas durante reunião anual do grupo.
Atualmente, os planos da montadora de carros de luxo envolvem a construção de uma fábrica em São Paulo ou Santa Catarina.
Em janeiro, uma fonte no Brasil afirmou que a montadora estava nos estágios finais de escolha do local de sua primeira fábrica na América Latina, com uma decisão esperada para fevereiro. Desde o ano passado, a empresa vem negociando a instalação da unidade no país.
A própria montadora vinha afirmando que esperava uma decisão sobre a fábrica para o fim de 2011, mas a elevação do Imposto sobre Produtos Industrializados de veículos importados, anunciada em setembro pelo governo, teria atrasado o processo.
As vendas da BMW no Brasil em 2011 somaram 12.074 unidades, salto de 42% sobre os 8.534 veículos emplacados em 2010, em meio ao crescimento da economia e aumento da renda da população.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Renault Duster


Para conter invasão de veículos mexicanos governo brasileiro está disposto a descumprir acordo

 http://ucho.info/para-conter-invasao-de-veiculos-mexicanos-governo-brasileiro-esta-disposto-a-descumprir-acordo-bilateral

Roendo a corda – A proposta do governo brasileiro de criação de cotas para a importação de carros do México é um desrespeito ao acordo firmado entre os dois países. Quando o então presidente Luiz Inácio da Silva, no final de 2008, decidiu desonerar a indústria automobilística, como forma de minimizar os efeitos da crise financeira internacional, ao mesmo tempo em que incentivou o crédito fácil, o governo fez com que as montadoras focassem o mercado e emergente e investissem ainda mais na produção de veículos populares.
A estratégia das montadoras para suas unidades brasileiras, de fazer do País um fornecedor mundial de modelos populares, tornou-se ainda mais evidente com a chegada de 39 milhões de consumidores à chamada classe média, algo que se deu através do endividamento irresponsável, não pelo aumento do poder efetivo de compra.
Ao mesmo tempo em que esses novos consumidores migravam de classe social, outros renovavam seus parâmetros de compra. Entre os bens de consumo mais procurados estão os carros médios de luxo – ou quase isso – algo que as montadoras nacionais não tinham interesse até então. No contraponto, o México se especializou em fabricar e exportar sedãs médios luxuosos, tendo feito de uma parceria com o Brasil um dos seus escoadouros.
Na tentativa de frear a importação desses modelos de veículos, o governo da presidente Dilma Rousseff vem criando dificuldades seguidas. Em alguns casos, montadoras têm optado por abrir unidades em território nacional como forma de driblar as imposições oficiais.
Essa manobra de estabelecer uma cota de importação, de US$ 1,4 bilhão para os próximos três anos, para veículos produzidos no México é uma prova concreta do acelerado grau de desinteresse do segmento em investir em tecnologia automotiva, algo que os modelos mexicanos exibem de sobra. Em vigor desde 2022, o acordo isenta veículos da taxa de importação de até 35%, cobrada sobre carros de fora do México e do Mercosul.

Renault Duster Zero 31.000 R$

http://www.noticiasautomotivas.com.br/renault-duster-chega-ao-mexico-com-preco-r-20-mil-inferior-ao-brasileiro/

Renault Duster chega ao México com preço R$ 20 mil inferior ao brasileiro

 

A Renault iniciou nesta segunda-feira (12) no mercado mexicano a pré-venda do Duster, onde o utilitário-esportivo compacto será comercializado pelo preço de 218 mil pesos, algo em torno dos 31 mil quando convertido para reais. Por aqui, o SUV é vendido por R$ 51.800, na versão pé-de-boi, com rodas de ferro e para-choques pretos.
Ao contrário daqui, todas as versões do Renault Duster  no México serão equipadas com o motor 2.0 litros. No Brasil, o bloco mais potente do automóvel está disponível apenas na versão Dynamique, vendida com preço a partir de R$ 61.500, sem câmbio automático e tração 4×4. No mercado mexicano, a versão topo de linha do Duster  com tração nas quatro rodas é vendida a 271 mil pesos mexicanos (R$ 38.563), enquanto o Dynamique 4×4 vendido por aqui a R$ 65.800.
O Duster  destinado para o público mexicano chega exportado da fábrica da Renault em Envigado, na Colômbia.

 

Peugeut 307 e 308 (NOVO)

Últimas unidades do Peugeot 307 têm desconto de até R$ 10 mil

Nissan Versa, Nissan March


sexta-feira, 9 de março de 2012

Brasil pede que México limite exportação de veículos em US$ 1,4 bi

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1059530-brasil-pede-que-mexico-limite-exportacao-de-veiculos-em-us-14-bi.shtml

O governo brasileiro pediu que o México limite o valor das suas exportações de automóveis para o Brasil para cerca de US$ 1,4 bilhão para os próximos três anos como parte de um conjunto de demandas para renegociar o acordo do comércio automotivo entre os dois países.
Nissan dobra as vendas no Brasil com carros do México
No ano passado, o Brasil importou US$ 2,072 bilhões em automóveis e comerciais leves do México. Daqui pra lá, foram US$ 512,3 milhões, gerando um deficit para o Brasil de US$ 1,559 bilhão na balança comercial do setor.
Em janeiro e fevereiro, o Brasil importou 38,6 mil veículos do México, número 250% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. Desde o começo do ano, os governos brasileiro e mexicano negociam a revisão do acordo automotivo. Em valores, a alta é de 227%.
O governo brasileiro também disse que a cota foi o valor médio anual das exportações de automóveis do México para o Brasil nos últimos três anos, de acordo com uma carta datada de 8 de março à chanceler mexicana Patricia Espinosa e ao ministro da Economia Bruno Ferrari, à qual a Reuters teve acesso.
O documento afirma que os dois lados haviam chegado a um entendimento para definir os termos da revisão do acordo.
O governo mexicano não estava disponível para comentar o assunto.
PEÇAS NACIONAIS
Representantes dos dois países se reuniram em Brasília no fim de fevereiro para discutir formas de equilibrar a balança comercial. O secretário executivo do Mdic, Alessandro Teixeira, disse no começo de março que o Brasil quer que o México eleve o percentual de peças nacionais dos seus veículos.
"Os mexicanos vieram porque queremos discutir agregação de conteúdo local", afirmou. Hoje, o índice para que um carro seja considerado mexicano é de somente 30%. No Brasil esse índice é de 65%.
O estabelecimento de um índice de nacionalização comum aos dois países é considerado crucial pelo governo brasileiro, já que desde dezembro o Brasil cobra 30 pontos percentuais a mais de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) de carros que não sejam fabricados no país, no Mercosul ou no México.
O raciocínio é: de que adianta barrar a entrada de importados, com o objetivo de estimular investimentos das montadoras na produção em território brasileiro, se os mexicanos, que não estão sujeitos à alta do imposto, exigem um percentual muito menor do que o Brasil?
"Seria fácil as montadoras mandarem para cá, sem bancarem o IPI maior, veículos em tese produzidos no México, mas com alto percentual de peças produzidas, por exemplo, na China", observou à Folha uma fonte brasileira próxima às negociações entre os dois países, que preferiu não se identificar.
CÁLCULO MAIS RÍGIDO
A dificuldade de se estabelecer um índice comum é o fato de o México usar um cálculo distinto do brasileiro para se chegar ao percentual.
Além disso, o Brasil planeja tornar mais rígida sua própria forma de calcular o índice. Hoje, a conta é feita em cima da formação do preço do carro, que abrange itens tão diferentes quanto gastos com marketing, produção e até o lucro da montadora.
O governo quer que o índice passe a ser calculado, a partir de 2013, exclusivamente em cima da produção industrial, o que exigiria investimentos mais pesados por parte das montadoras.
COTAS FLEXÍVEIS
Uma das principais propostas na mesa para limitar as importações de veículos mexicanos é a adoção do chamado regime "flex", em que quanto menos um país importa do outro, menos pode exportar. Outra opção é o estabelecimento de cotas fixas.
O Brasil também quer a inclusão de veículos pesados no acordo de livre comércio.

Nissan Versa 2012 ganha o Top Safety Pick nos EUA

 http://www.noticiasautomotivas.com.br/nissan-versa-2012-ganha-o-top-safety-pick-nos-eua-video/

O IIHS concedeu o prêmio Top Safety Pick para o Nissan Versa 2012. O sedã compacto derivado do March  é o mesmo que é vendido aqui, embora com maior número de itens de segurança.
O Nissan Versa 2012  recebeu classificação “aceitável” em testes de resistência do teto e colisão lateral, bem como “bom” para colisão frontal e traseira, bem como em capotamento.
Nos EUA, o Nissan Versa 2012  vem de série com seis airbags, ABS, sistema de áudio com CD/MP3 e ar condicionado. O preço inicial é de US$10.990.





Nissan Brasil, por favor tira uma duvida:
Uma vida Brasileira vale menus do que uma vida nos EUA?

quinta-feira, 8 de março de 2012

Renault também reajusta preços de quatro dos seus modelos

 http://www.noticiasautomotivas.com.br/renault-tambem-reajusta-precos-de-quatro-dos-seus-modelos/

Até o momento, as nipônicas Nissan e Toyota  reajustaram os preços da sua gama de veículos. Porém, agora foi à vez da Renault, que aumentou os valores sugeridos de quatro automóveis de seu portfólio sem fazer alarde. Os modelos Logan, Sandero Stepway e Mégane Grand Tour receberam um reajuste de, em média, R$ 340 a R$ 900.
Mas por outro lado, o Clio  foi beneficiado com uma diminuição no seu preço final. Agora o hatch de entrada da marca francesa no mercado nacional é vendido pelo preço de R$ 24.600, um reajuste de significativos 700 reais. Os preços no site da Renault ainda não foram atualizados.

REAJUSTE = AUMENTO!!!!!

Comentario do "Ford Corcel" no site "noticiasautomotivas.com.br":
É impossível não observarmos uma subida relativamente "generalizada" de preços desde o aumento do IPI e piorou agora com esta história de fim de acordo com México. Só não vê quem não quer. É a velha ladainha: mercado fechado, preços na casa do cacete, qualidade abaixo do desejável, enfim aí vem a turma do "proteger emprego"....é engraçado que tem empregos que o governo (lobby) quer proteger, e outros eles não dão a mínima. Sinceramente, eu não tenho nenhum interesse em proteger metalúrgico sindicalizado, que por "acaso" são a base do braço sindical do PT. Eu não dou a mínima! E mesmo assim, pagarei a conta junto com mais alguns milhões de brasileiros!!!
E qto a diferença de preço "tabela x site", não se preocupem, estes preços que antes eram do site agora vão para as CSS e por isso o preço de tabela sobe. E é bom para o país (p/ quem está em Brasília, claro) que assim sobem os impostos, IPVA´s para alegria dos governadores e prefeitos. Enfim, não adiante choramingar, quem quer qualidade de vida ainda nesta encarnação, tem que sair do país (ou virar corrupto.....); do contrário, pode começar a se preparar para várias reencarnações até quem sabe, um dia, isto aqui virar um país decente.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Participação de carros 1.0 cai ao menor nível: 42,6%

A participação dos carros 1.0 nas vendas em fevereiro passado caiu ao menor nível desde 1995, com 42,6% dos emplacamentos de automóveis no mês, o que equivale a 86,4 mil unidades. O porcentual comprova o aprofundamento de uma tendência que vem se consolidando há pouco mais de um ano, quando os chamados “modelos populares” deixaram, pela primeira vez em 15 anos, de representar mais da metade das compras de veículos de passageiros no País – o pico foi em 2001, com dominância de 71,1% dos negócios.

“Esse comportamento é resultado de uma mudança no poder aquisitivo da população, com expansão da renda e bônus demográfico (quando a maioria das pessoas de um país está em idade economicamente ativa). Assim muitos consumidores passaram a comprar carros de nível maior”, reconhece Cledorvino Belini, presidente da Anfavea, a associação nacional dos fabricantes. “Mas acreditamos que o carro 1.0 continuará a ter parcela importante do mercado brasileiro”, prevê.

Segundo dados do IBGE, de 2003 ao início de 2011, a renda média dos brasileiros cresceu expressivos 33% e quase 40 milhões de pessoas passaram a integrar a classe média, e outros 9 milhões ingressaram nas classes A e B. Toda essa gente tem poder de consumo para comprar carros, incluindo modelos mais bem equipados e com grau de sofisticação maior do que os oferecidos na década de 1990, quando a política industrial voltada ao setor automotivo criou e incentivou, com impostos menores, o advento do carro 1.0, que agora perde fôlego diante de um consumidor com mais dinheiro disponível.

Tendência aprofundada

Após 2003, foram reduzidas as alíquotas de IPI para modelos com motorização de 1 litro e também para motores 1.6 a 2.0, o que começou a induzir a preferência de compra para modelos um pouco mais potentes. Essa tendência foi se aprofundando ano a ano até 2010, quando o mercado ficou repartido em duas partes iguais, metade para os 1.0 e os outros 50% para os demais.

Esse equilíbrio foi rompido a partir de dezembro de 2010, quando o Banco Central baixou medidas que encareceram o custo dos financiamentos mais longos e sem entrada, justamente os mais procurados pelos novos compradores de carros, que começavam pelos modelos 1.0. Isso tirou algumas dezenas de milhares de consumidores do mercado de zero-quilômetro, ao mesmo tempo em que aqueles que ficaram tinham poder aquisitivo maior, além de um veículo usado para garantir a entrada do financiamento.

Esse conjunto de fatores – poder aquisitivo maior e alguns tipos de financiamentos mais caros – combinou com a oferta de automóveis importados mais bem equipados e com preços competitivos, reduzindo o espaço do carro 1.0 nacional. Alguns concessionários dizem que a participação atual em torno de 43% nos primeiro bimestre do ano seria ainda menor se não fossem as vendas para frotistas, pois nas revendas autorizadas a procura pelos 1.0 já estaria abaixo de 30%.

A situação de mix de produtos atual tornou-se um desafio para a indústria automotiva nacional, que ao longo de duas décadas se especializou na produção de carros 1.0 e agora precisa mudar seus produtos para acompanhar as mudanças de desejos dos consumidores. Para Belini, o setor tem condições de atender a essa nova demanda: "Estamos preparados. Se já temos capacidade de exportar alguns desses modelos, também temos para oferecê-los aqui”, garante.

Os números, contudo, até agora contradizem o presidente da Anfavea. As vendas de importados (a maioria da Argentina e México e todos com motorização e conforto superiores aos 1.0 brasileiros) continuam a crescer mais do que as dos veículos nacionais, mostrando que a preferência do consumidor brasileiro subiu de patamar, enquanto as montadoras permaneceram no mesmo lugar.

Pedro Kutney

domingo, 4 de março de 2012

Nissan aumenta preços do Versa – versão S ganha vidros elétricos dianteiros

 http://www.noticiasautomotivas.com.br/nissan-aumenta-precos-do-versa-versao-s-ganha-vidros-eletricos-dianteiros/


Assim como a Nissan fez com o hatch compacto March, o sedã Versa também recebeu alteração nos preços da sua gama de versões. Agora o três-volumes tem preços a partir de R$ 35.990, na versão S. Porém, a principal novidade ficou a cargo da lista de equipamentos do modelo de entrada, que recebeu vidros elétricos dianteiros de série.
O Nissan Versa  na variante mais cara, a SL, agora é vendido por um preço de R$ 43.390 (aumento de R$ 400). A versão topo de linha do sedã vem equipada com airbags frontais, freios ABS, direção elétrica, ar-condicionado, trio elétrico, computador de bordo, rádio CD-Player MP3 e entrada auxiliar, cinto de segurança de três pontos para todos, sistema de fixação ISOFIX, maçanetas cromadas, rodas de liga-leve, dentre outros.
Veja abaixo os preços da linha 2013 do Nissan Versa:
S: R$35.990
S com ar-condicionado: R$38.690
SV: R$40.390
SL: R$43.390
A cor metálica (Azul Onyx, Vermelho Fuji, Cinza Titanium e Prata Classic) acresce o preço do carro em R$ 990.