O preço não tem nada a ver com o custo do produto. Quem define o preço é o mercado”, disse um executivo da Mercedes-Benz, para explicar porque o brasileiro paga R$ 265.00,00 por uma ML 350, que nos Estados Unidos custa o equivalente a R$ 75 mil.

“Por que baixar o preço se o consumidor paga?”, explicou o executivo.

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quarta-feira, 25 de abril de 2012

JAC Motors: tabela de revisão fica mais cara – aumento de até 97%

O baixo custo das revisões da JAC Motors acabou. A marca chinesa aumentou os preços das revisões e trocas de óleo dos modelos J3 e J3 Turin.
Agora a troca do óleo subiu para R$117. Antes era R$87. Já as revisões pularam de R$177 para R$207. Estes novos valores representam aumentos de 34,5% e 16,9%, respectivamente.
Já a revisão de 30.000 subiu 97%, passando de R$99 para R$195. As demais revisões também sofreram aumento, com a mais cara custando R$477 (40.000 km). A empresa alega que o aumento foi devido ao dólar mais caro, mas o aumento médio da moeda americana nos últimos 12 meses foi de 12,6%.
Enfim, antes o custo de manutenção de um JAC J3 era de R$1.575, agora fazendo todas as revisões reajustadas, o custo sobe para R$2.232, uma diferença de R$657. Abaixo, todas as revisões reajustadas para o JAC J3:

2.500 – grátis
5.000 – de R$ 87 para R$ 117
10.000 – de R$ 99 para R$ 147
15.000 – de R$ 87 para R$ 117
20.000 – de R$ 120 para R$ 207
25.000 – de R$ 87 para R$ 117
30.000 – de R$ 99 para R$ 195
35.000 – de R$ 87 para R$ 117
40.000 – de R$ 360 para R$ 477
45.000 – de R$ 87 para R$ 117
50.000 – de R$ 177 para R$ 207
55.000 – de R$ 87 para R$ 117
60.000 – de R$ 198 para R$ 297

sábado, 21 de abril de 2012

Fiat aumenta preços de 500 e Freemont

Por Paulo Campo Grande e Vitor Matsubara | 20/04/2012
 
O sucesso do compacto 500 e do crossover Freemont deixou a Fiat empolgada. Tanto é que a empresa acabou reajustando a tabela de preços da dupla de importados.

Uma rápida consulta no site da montadora indica que o reajuste nos valores chega a 12%. O 500 Cult 1.4, antes vendido por 40.590 reais, agora custa 45.460 reais. A versão com câmbio Dualogic subiu para 48.800 reais, enquanto a versão topo-de-linha 1.4 Lounge Air Automático tem preço sugerido de 60.800 reais – ante 55.240 reais. 
 
No caso do Freemont, a versão Emotion começa em 87.800 reais, aumento de mais de cinco mil reais sobre o valor anterior – 82.470 reais. Se a escolha for pela opção Precision, equipada com sete lugares, a conta fecha em 93.400 reais. Antes, quem pagasse 87.290 reais podia levá-lo para casa.
Entretanto, apesar dos novos preços, é possível encontrar algumas unidades à pronta-entrega com preços especiais. Os preços do 500 Cult seguem os 40.590 reais sugeridos anteriormente pela versão de entrada. Já o Freemont foi oferecido por 79 mil reais em uma revenda de São Paulo (SP). Quando questionados sobre um possível aumento na tabela de valores, somente um dos vendedores admitiu a previsão do reajuste.
 

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Inadimplência bate recorde e consumidor dá carro de graça para se livrar de dívida

http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,inadimplencia-bate-recorde-e-consumidor-da-carro-de-graca-para-se-livrar-de-divida,109272,0.htm

 

Como o carro deprecia rápido, valor conseguido na venda não é suficiente para quitar a dívida

14 de abril de 2012 | 22h 13
 
BRASÍLIA - A inadimplência recorde e o aperto dos bancos no crédito têm causado algo além de concessionárias vazias. Muitos consumidores que, com o incentivo do governo, compraram carro financiado nos últimos anos, chegam a um verdadeiro limbo quando têm dificuldade em pagar as parcelas. Tentam vender o veículo, mas, como o carro deprecia rápido e há grande oferta, o valor conseguido na venda não é suficiente para quitar a dívida. 

ara resolver o problema, muitos consumidores têm tentado uma solução caseira: repassar o automóvel e a dívida a outra pessoa. Às vezes, no desespero, até de graça. Em janeiro, o paulistano Felipe Di Luccio percebeu que as contas não fechavam. A faculdade, a parcela do apartamento recém-comprado e o financiamento do carro consumiam boa parte do salário.
Para sair do vermelho, decidiu vender o Celta comprado sete meses antes em 60 parcelas. "Mas não dava. Receberia R$ 20 mil, insuficiente para quitar a dívida de R$ 23,5 mil no banco. Então, decidi repassar a dívida."
O plano do estudante de arquitetura era simples. Como a venda do carro não bastava para liquidar a dívida, queria se livrar do financiamento com a entrega do carro para outra pessoa. "Vai o carro, vai a dívida", resume. Não há números oficiais, mas financeiras e lojas de automóveis reconhecem que a iniciativa de Luccio tem se repetido cada vez mais no País.
Após a exuberância do crédito fácil e abundante dos últimos anos, clientes com dificuldade financeira se desesperam ao perceber que não basta vender o carro para quitar o empréstimo. Os que mais sofrem são aqueles que optaram pelo financiamento de 100% do veículo, exatamente como Luccio.

Erro
"Um carro pode depreciar até 40% em um ano. Em um crédito de 60 meses, os pagamentos do primeiro ano amortizam 10% da dívida. Esse foi o erro que cometemos em 2010 e 2011. Reduzimos muito o juro, facilitamos demais as condições e, por isso, a inadimplência subiu", reconhece o presidente da Associação Brasileira de Bancos (ABBC), Renato Oliva.
Em outras palavras: o erro foi permitir que o bem que garante o crédito passasse a valer muito menos que a dívida. A partir daí, a entrega do carro já não é suficiente para resolver o problema gerado por um calote.
O presidente da Associação dos Revendedores de Veículos do Estado de São Paulo (Assovesp), George Chahade, lembra que o quadro fica ainda mais preocupante em situações como a atualmente enfrentada pelo setor, de inadimplência recorde.
"Aumenta a oferta de carros usados e, se o cliente tentar vender, os preços oferecidos são mais baixos que o normal, o que potencializa ainda mais o problema de quem tem dívida e obriga muitas pessoas a tentarem o repasse", diz Chahade.

Efeito IPI: Vendas da BMW caem 30% no Brasil

 http://www.noticiasautomotivas.com.br/efeito-ipi-vendas-da-bmw-caem-30-no-brasil/

“IPI maldito, IPI maldito, lalalalala”. Além de ter gerado um peso maior para o bolso do consumidor, o aumento de 30 pontos percentuais na alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis  importados gerou uma grande queda nas vendas das marcas automobilísticas atuantes no mercado. A BMW, por exemplo, registrou uma diminuição de 30% em suas vendas no primeiro trimestre desde ano. A informação foi dada pelo presidente local da empresa, Henning Dornbusch.
“As vendas caíram 30 por cento em função do IPI”, disse Dornbusch. “Repassamos em média 15,9 por cento para o consumidor, ou seja, houve aumento de preço, o restante foi assimilado pela BMW e pelas revendas.” Nos três primeiros meses do ano passado a BMW comercializou 2.137 unidades, enquanto no mesmo período de 2012  apenas 1.888 automóveis da marca de luxo foram emplacados, ficando com uma participação no mercado de 0,24%.
Por conta disso, os planos da construção de uma fábrica brasileira foram suspensos.


Obs: Bom trabalho, GUIDO MANTEGA!

sexta-feira, 6 de abril de 2012