O preço não tem nada a ver com o custo do produto. Quem define o preço é o mercado”, disse um executivo da Mercedes-Benz, para explicar porque o brasileiro paga R$ 265.00,00 por uma ML 350, que nos Estados Unidos custa o equivalente a R$ 75 mil.

“Por que baixar o preço se o consumidor paga?”, explicou o executivo.

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quinta-feira, 31 de maio de 2012

Queda do IPI não melhora vendas: média diária é pífia.

http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/
– “Corrida às revendas” não aumentou o volume de licenciamento
– Vendas diárias (2,2 mil) são as piores dos últimos tempos para o mês

A chamada “corrida às revendas”, que teria ocorrido após as medidas do governo de redução do IPI, se houve, não refletiu, até agora, nos licenciamentos de carros e comerciais leves.
Ao contrário, as vendas diárias nesta semana ficaram abaixo da média do mês de maio, que já estava baixa em relação a abril e pior ainda em relação a maio do ano passado.
Na segunda-feira, primeiro dia útil depois dos feirões de fim de semana, foram emplacadas apenas 6.665 unidades, uma miséria. Foi uma das piores dos últimos anos.
Nos demais dias desta semana as péssimas vendas se repetiram: 9.001 carros na terça-feira e 11.147 ontem. Para você ter uma idéia, a média de venda diárias no ano passado foi de 13.590 unidades. Em maio de 2011 foi de 13.660 e neste mês, até ontem, está em 12,2 mil.
Faltando apenas o dia de hoje para encerrar o mês, o volume de vendas está em 256,7 mil carros, 44 mil a menos do que o mesmo período do ano passado.

IPI reducido - A realidade.


terça-feira, 22 de maio de 2012

Guido Mantega

a culpa e a sua!

Consumidor precisa fiscalizar para garantir a redução do preço

http://www.autoinforme.com.br/m5.asp?cod_noticia=148&cod_pagina=381

Se a procura aumentar, o preço vai subir o sacrifício do governo e da indústria vai acabar nas mãos dos atravessadores.
Das medidas anunciadas ontem pelo ministro Guido Mantega para estimular a economia, a redução do IPI deve permanecer até 31 de agosto, assim como o corte de impostos e dos juros para financiamento. A redução do preço do carro, que cabe às montadoras, também será oficializada, fechando o acordo das partes. Mas nada garante que o carro vai ficar mais barato, como quer o ministro, que prevê uma queda de preço de 10% para os modelos com motor de 1000cc.
Na última medida para estimular as vendas, na crise de 2008, as reduções de impostos não foram totalmente repassadas para o consumidor. O mesmo pode acontecer agora. Se a procura aumentar, porque o mercado venderia o carro mais barato? Portanto, só a concorrência vai garantir a manutenção dos preços em baixa.
Mesmo que todas as montadoras respeitem o acordo e não passem a maquiar produtos, o mercado é que vai ditar o preço final. O consumidor precisa ficar atento e, na hora da compra, exigir as reduções previstas, caso contrário, estará contribuindo para que o sacrifício do governo e da indústria morra na mão dos atravessadores.

sábado, 19 de maio de 2012

Lucro Brasil


Governo mima indústria automobilística

http://oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2012/05/18/governo-mima-industria-automobilistica-445788.asp#.T7b8X2o6SEA.facebook

O ministro Guido Mantega falou esta semana sobre a necessidade de medidas para flexibilizar o mercado de automóveis. Elas são, realmente, necessárias?
O país tem que ter uma política industrial ou uma política para a indústria automobilística? São duas coisas diferentes. Parece que a política econômica não quer ter uma para a indústria, mas para esse setor específico, que não tem nem a ver com visões de médio e longo prazo. São decisões casuísticas.
Quando a indústria está com algum problema, corre a Brasília, que estabelece regras e coloca todo o país em torno da indústria automobilística.
E qual é o problema atual? Há estoques nas concessionárias e nos pátios das montadoras. O ministro cogita aumentar o prazo de financiamento para mais de cinco anos, prazo já suficiente para o pagamento de um automóvel. Acontece que o calote está alto - em um ano, mais do que dobrou a inadimplência na carteira de veículos nos bancos. Por isso, eles estão mais restritivos.
As instituições financeiras, em momentos assim, têm de reduzir taxas, isso está certo, mas não podem ser empurradas para emprestar mais, têm de analisar a situação. Queremos um setor bancário sólido. Não pode haver aumento na concessão de empréstimos num segmento que está dando sinais de problemas.
O governo estuda liberar parte do recolhimento compulsório - dinheiro que os bancos são obrigados a manter depositado no BC - apenas para emprestar para comprador de automóveis. É uma coisa maluca. O BC tem de aumentar ou diminuir o compulsório dependendo do que julgar necessário para combater a inflação ou aquecer a economia, não para ajudar o setor automobilístico.
Se o segmento está com estoque, o que tem de fazer? Lei da oferta e da procura. Reduzir os preços, fazer promoções, vender mais barato, para desovar o estoque. Por que não fazer isso em vez de ir a Brasília? Nenhum outro setor no Brasil tem tanta proteção, é tão mimado quanto a indústria automobilística.
O ministro da Fazenda interfere em tudo, determinou que o BB e a Caixa aumentem a oferta e crédito ao segmento de financiamento de automóveis. Ou o ministro confia nas pessoas que escolheu como dirigentes desses bancos ou administra essas instituições. Ele passa o tempo todo dando ordens. Os executivos desses bancos devem ter autonomia para decidir o que fazer.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

“Os preços dos carros estão muito baixos”






http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2012/05/17/os-precos-dos-carros-estao-muito-baixos/


Jaime Ardila, presidente da GM América do Sul, está preocupado com a redução da remessa de lucro para as matrizes no 1º. trimestre: foram “só” US$ 329 milhões.
O presidente da GM América do Sul, Jaime Ardila, disse ao jornal O Estado de S. Paulo (6/5/12) que a rentabilidade do negócio de carros no Brasil tem diminuído muito. Mas considera que se trata apenas de uma “fase”. Credita a situação aos preços do mercado, que “estão muito baixos”.
O dirigente falou sob o impacto da redução das contribuições das montadoras instaladas no Brasil às suas matrizes. Segundo dados do Banco Central, a indústria automobilística enviou para as suas matrizes de janeiro a março deste ano US$329 milhões. Ele achou pouco, uma vez que, no mesmo período do ano passado, as remessas foram de US$ 1,69 bilhão.
O setor automobilístico foi o que mais enviou lucros ao exterior no ano passado, um total de US$ 5,5 bilhões.
As quatro grandes montadoras do Brasil diminuíram a sua participação nos lucros das matrizes este ano.
O presidente da GM América do Sul acha no entanto que o mercado voltará a crescer no segundo semestre e calcula um aumento de vendas de 1% a 2% este ano em relação ao ano passado. Esse número é menor do que o projetado pela Anfavea, de 4%, mas mais otimista do que as primeiras previsões de Jaime Ardila, que no início do ano projetou crescimento zero para o Brasil.
A propósito, leia a matéria “Montadores enviam ao exterior US$5,58 bi faturados no Brasil em 2011″ feita pelo jornalista Pedro Kutney no link abaixo:
http://carros.uol.com.br/ultnot/2012/01/27/montadoras-fazem-remessa-recorde-de-us-56-bilhoes-ao-exterior-em-2011.jhtm

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Venda de importados cai 28%. E vão desabar.

http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2012/05/14/venda-de-importados-caem-28-e-vao-desabar/
 
– Presidente da Abeiva diz que daqui para frente os importadores terão que repassar os custos do aumento do IPI

As vendas de carros importados caíram 12,8% em abril em relação a março, com apenas 13.666 unidades. A queda em relação a abril do ano passado foi maior, de 28,1%.
“Os primeiros sinais da influência da alta do IPI começam a aparecer”, disse Flavio Padovan, presidente da Abeiva, a associação dos importadores. Ele fez referência ao Super IPI, que aumentou em 30 pontos percentuais o imposto para carros importados fora do eixo Mercosul/México.
Padovan disse estar preocupado, pois a partir deste mês, os estoques de automóveis das associadas com o antigo IPI devem estar chegando ao fim. “Daqui pra frente as empresas terão de iniciar o repasse de custos. Com isso, a tendência dos carros importados é de queda significativa nos volumes de vendas. A nossa preocupação é grande, pois com a perda de competitividade tememos pelos empregos gerados no setor de importados que atualmente é de 35.000 trabalhadores, com uma rede de 882 concessionárias”, disse o dirigente.
No acumulado de janeiro a abril as vendas chegaram a 47.380 unidades, uma queda de 9,2% em relação ao mesmo período de 2011.  No mesmo período o mercado brasileiro teve queda de 3,1% nas vendas.

Toyota Corolla - A verdade.


quarta-feira, 16 de maio de 2012

Anfavea quer agora redução temporária do IPI

Preocupada com queda repentina nas vendas de veículos, entidade pede ao governo a volta do plano de estímulo ao setor automotivo 

Por Pedro Kutney

A reunião entre representantes da associação dos fabricantes de veículos, a Anfavea, e do governo no Ministério da Fazenda, em Brasília, iniciada da segunda-feira, 14, foi prolongada para a terça-feira, 15. Motivo: a negociação de medidas emergenciais para salvar o ano, que a continuar no ritmo atual terminará com expressiva queda de vendas e produção, com consequentes demissões – a moeda de troca mais eficaz dos empresários na hora de negociar acordos de incentivo ao consumo.

Na segunda-feira, o encontro do presidente da Anfavea, Cledorvino Belini, e outros representantes de montadoras com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, seria para discutir problemas estruturais, mas segundo algumas fontes a conversa descambou para a emergência do problema conjuntural: a queda das vendas. Por isso, a reunião foi prolongada para continuar na terça-feira. Na mesa de discussões, além de fórmulas para destravar o crédito, esteve uma velha conhecida de ambas as partes: a redução de imposto por algum tempo, como já foi feito com o IPI em 2009 e parte de 2010. Mas o governo, desta vez, quer contrapartidas por parte das empresas, como congelamento de possíveis demissões e redução integral de preços.

Com a revoada para Brasília de representantes de quase todos os fabricantes de veículos instalados no País, chegou-se a especular que medidas poderiam ser anunciadas até no mesmo dia. No fim da terça-feira, no entanto, uma fonte informou a Automotive Business que nenhum acordo foi fechado e que deve demorar mais algumas semanas para o anúncio de qualquer incentivo ao consumo de veículos.

CRÉDITO

Após a reunião da segunda-feira, Belini declarou à imprensa que as discussões giraram em torno de medidas para destravar os financiamentos (leia aqui), pois com o aumento da inadimplência os bancos se tornaram mais restritivos na aprovação de fichas e esse é o principal fator a pressionar o mercado para baixo. O governo não pode, por decreto, cortar juros e exigências para contratação de crédito, mas pode injetar recursos para empréstimos se reduzir os depósitos compulsórios dos bancos – como também já fez em 2009 e 2010.

No caso do financiamento de caminhões, medidas de aumento de prazos e redução de taxas já foram tomadas com o PSI4, anunciado no começo de abril, que cortou o juro do BNDES/Finame – linha responsável pela venda de mais de 85% dos veículos comerciais no País – de 10% para 7,7% ao ano, elevou o prazo de 96 para até 120 meses e subiu o montante financiável de 70% para 90% do valor do bem. O que os fabricantes pedem agora é mais agilidade na aprovação dos contratos.

PROJEÇÕES PREOCUPAM

A Anfavea ainda mantém as projeções para 2012 de mercado interno de 3,8 milhões de veículos emplacados e produção de 3,47 milhões de unidades. Mas ninguém mais acredita que esses números possam ser alcançados.

Para atingir as projeções atuais da Anfavea, após contabilizar os resultados dos primeiros quatro meses do ano, com vendas de 1,07 milhão e produção de 999 mil, seria necessário daqui para frente vender, na média, 340,5 mil veículos por mês até o fim do ano, e produzir 309 mil unidades/mês. Com base na comparação com períodos recentes, é improvável que isso aconteça. Nos últimos dois anos, a produção só superou a média necessária em agosto de 2011 (325,3 mil); e as vendas só foram maiores nos meses de dezembro de 2010 (381,6 mil) e de 2011 (348,4 mil).

Pedro Kutney é jornalista especializado em mercado e indústria automotiva

Texto originalmente publicado pelo site Automotive Business

www.automotivebusiness.com.br 

Nissan Versa ZERO por R$ 22.400

So no Mexico....
(No Brasil você paga 2 e leva 1)

“Queda dos juros não vai atingir o consumidor”


Para consultor, governo precisa atacar o problema como um todo, em vários níveis: inadimplência, impostos e compulsórios, além do spread.

As medidas do governo na área financeira, com a redução dos juros de financiamento, não bastam para reduzir os juros ao consumidor.
A avaliação é do consultor do setor automobilístico Valdner Papa. Ele considera a medida uma ação de marketing, com poucos resultados práticos. Para ele, o governo atacou apenas uma parte do problema, que é a redução do spread bancário, deixando intactos os demais aspectos que impedem a redução real dos juros.
"É preciso tomar uma atitude em todos os níveis: inadimplência, impostos e compulsórios, disse. É a somatória desses pontos que vai reunir as condições para a redução da taxa de juros.&rsquo&rsquo
Ele acredita que as medidas só vão atingir os bancos estatais a repercussão das instituições privadas será mínima.
Segundo Papa, a estimativa é de que 30 milhões de contas correntes de bancos particulares migrem para os estatais em função dessa medida.
&lsquo&lsquoE os estatais não darão conta de atender essa demanda, principalmente porque a Caixa Econômica e o Banco do Brasil, não têm o foco no financiamento para o setor automobilístico.&rsquo&rsquo
O pior, segundo Valdner Papa, é que, com isso, o sistema bancário passa a ser ainda mais seletivo e consequentemente o mercado de carros não vai crescer.
Para ele, o mercado automobilístico está vivendo uma crise por carência de crédito e não porque o consumo arrefeceu.
"O que caiu foi a aprovação do credito e não o interesse do consumidor pela compra&rsquo&rsquo, definiu o consultor.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Anfavea quer que governo pressione bancos a liberar crédito

A Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) quer que o governo pressione os bancos a liberar crédito para a compra de automóveis mais facilmente.
Segundo o presidente da entidade, Cledorvino Belini, os fabricantes estão com estoque de veículos nos pátios e as vendas estão em queda, o que ele atribui à dificuldade dos consumidores em conseguirem financiamentos.
"O problema hoje é que os bancos estão sendo muito rigorosos na aprovação das fichas de crédito. [Queremos que o governo] pressione as instituições bancárias para flexibilizar o crédito", afirmou, após reunião com o ministro Guido Mantega (Fazenda).
Segundo Belini, a situação é pior no mercado de caminhões, cuja produção caiu e as montadoras estão com estoques para até 50 dias de vendas. Apesar disso, ele afirmou estar otimista de que, com a queda dos juros anunciada por alguns bancos, o mercado voltará a se aquecer.
"Na medida em que a conjuntura melhora, baixa a inadimplência e consequentemente vai ter maior aprovação [de crédito]", completou.

sábado, 12 de maio de 2012

Juros camuflados na redução de taxas do governo

 http://www.noticiasautomotivas.com.br/juros-camuflados-na-reducao-de-taxas-do-governo/


Recebemos do leitor Marcelo um email comentando a respeito dos juros camuflados nessa era de redução de taxas da parte do governo. Ele trabalha como consultor de vendas já por 12 anos e fica indignado em como as marcas maqueiam a cobrança de juros atualmente.
Se por um lado a imprensa noticia a redução de juros, atraindo muitos até as concessionárias, o que não é comentado é a redução de descontos nos modelos, para poder esconder os juros maiores. Por exemplo, o Mille Economy chegou a ser vendido à vista por 21.700 reais, mas hoje custa 23.390 reais na campanha de juro zero.
Ou seja, o cliente perde 1.690 reais de desconto para poder utilizar a “taxa zero”. Segundo Marcelo, todas as montadoras utilizam deste artifício para atrair clientes, que na realidade estariam sendo enganados descaradamente. Você concorda com ele?

Quer financiar um Gol Zerinho?

Pensa bem!


Fiat Uno Zero