O preço não tem nada a ver com o custo do produto. Quem define o preço é o mercado”, disse um executivo da Mercedes-Benz, para explicar porque o brasileiro paga R$ 265.00,00 por uma ML 350, que nos Estados Unidos custa o equivalente a R$ 75 mil.

“Por que baixar o preço se o consumidor paga?”, explicou o executivo.

Participe no Protesto!

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Fabricantes de carros fazem lobby para atrasar corte de emissões

http://carros.uol.com.br/ultnot/2012/07/25/fabricantes-de-carros-fazem-lobby-para-atrasar-corte-de-emissoes.jhtm

Enquanto está sendo redigido em Brasília (DF) o decreto que vai regulamentar uma série de políticas do novo regime automotivo, crescem as pressões das montadoras contra a adoção de metas mais apertadas de emissões de dióxido de carbono (CO2), principal gás de efeito estufa emitido por veículos automotores.

Segundo informações obtidas com exclusividade por Automotive Business, os fabricantes representados pela Anfavea tentam no momento empurrar de 2016 para 2017 o início da regulamentação de limites para emissões de CO2 -- o Brasil atualmente não estabelece nenhuma meta para o CO2 veicular, ao contrário do que já acontece na Europa, nos Estados Unidos, no Japão e até na China.

Mais: o lobby também quer aumentar a meta inicial, proposta num estudo encomendado pelo governo, de 135 gramas de gás por quilômetro para 155 g/km, aplicada sobre a média da frota fabricada de cada montadora, de acordo com uma fonte.

 Este número iria aumentando suavemente até 2020 -- mas de forma tão lenta que, daqui a oito anos, o Brasil teria metas de emissão de CO2 veicular ainda maiores do que a Europa tem hoje. A União Europeia (EU) estabeleceu, a partir deste ano, a média por fabricante de 130 g/km para 65% da frota fabricada, que passa a 75% em 2013, 80% em 2014 e 100% em 2015. Para 2020 a UE propõe apenas 95 g/km para carros de passageiros.

Lá, os fabricantes que não atingem esses limites médios são punidos com a sobretaxação de seus carros, em valores que chegam a 95 euros por veículo vendido que exceder em mais de 4 gramas a meta.

INEFICIÊNCIA
Se o governo aceitar o lobby das montadoras instaladas no Brasil [representadas pela Anfavea], vai contribuir para atrasar o desenvolvimento tecnológico de carros mais eficientes no país, que consomem menos combustível e, por consequência, emitem menos CO2.

Na Europa e EUA, muitos motores estão passando por processo de downsizing, com redução de tamanho e peso, por meio da adoção de blocos e cabeçotes de alumínio, turbocompressores que garantem potência maior a propulsores pequenos e injeção direta de combustível, entre outras soluções.

Um exemplo: o motor Sigma 1.6 com bloco e cabeçote de alumínio produzido pela Ford em Taubaté (SP), que equipa o New Fiesta, no Brasil emite 168 gramas de CO2 por quilômetro rodado quando abastecido com gasolina, ou 153,5 g/km com etanol; na Inglaterra o mesmo carro emite 133 g/km [ou seja, 35 g ou 21% menos] usando só gasolina, porque conta com injeção direta de combustível e comando de válvulas de admissão variável.

Sem a força da lei, ninguém estará disposto a promover essa evolução, simplesmente porque os custos aumentam e os lucros caem. Pode-se alegar que no Brasil toda a frota com motores de ciclo otto consome etanol, puro ou misturado à gasolina em proporções mínimas de 20% a 25%. O agrocombustível tem a vantagem de anular quase toda a emissão de CO2, que é absorvida pela própria plantação de cana-de-açúcar.

Contudo, o país já não consegue produzir todo o etanol que consome e seu preço relativo ao da gasolina só compensa em poucos Estados, o que faz aumentar a opção pelo combustível fóssil. Portanto, o uso de biocombustíveis não deveria isentar o Brasil de buscar a maior eficiência energética de seus veículos.

LEI DO MERCADO
Grande parte dos avanços tecnológicos da indústria automotiva foi promovida pelo aperto das legislações de emissões e segurança. Sem esse aperto, a indústria perde muito de sua motivação e tende sempre a buscar o menor custo e o maior lucro possível. É a lei do mercado, que só pode ser regulada pelo governo.

No caso das emissões de CO2, essa regulamentação é esperada no decreto a ser publicado até o fim de agosto, depois da sanção presidencial da lei que cria o plano Brasil Maior, que já passou pela Câmara dos Deputados e agora aguarda votação no Senado, prevista para acontecer logo após o recesso parlamentar de julho.

Na ocasião, dependendo das metas adotadas, ficará demonstrado o quanto o lobby de pressão das montadoras é eficaz em Brasília.

Pedro Kutney é jornalista e escreve em Automotive Business, que publicou este texto

terça-feira, 24 de julho de 2012

Mais da metade das marcas chinesas pode desaparecer

http://autoestrada.uol.com.br/interno.cfm?id=4250

Mais da metade das marcas de automóveis chinesas desaparecerão nos próximos três a cinco anos. A previsão foi feita pelo vice-presidente e secretário geral da Associação Chinesa de Fabricantes de Automóveis, Dong Yang.
O mercado chinês deverá tornar-se ainda mais competitivo nos próximos anos, devido às restrições às vendas de veículos nas maiores cidades do país, impostas pelas cidades para tentar controlar os engarrafamentos, e à expansão da produção das marcas internacionais.
Deficiências - No primeiro semestre deste ano, as vendas de automóveis na China cresceram 7,1 por cento, comparadas às do mesmo período em 2011. Ao mesmo tempo, as vendas das marcas autenticamente chinesas caíram 0,2 por cento.
Com esses resultados a participação das marcas domésticas no mercado chinês foi reduzida em 3 pontos percentuais, caindo para 41,4 por cento do total.
De acordo com o executivo chinês, as marcas locais sofrem desvantagem principalmente nas áreas de pesquisa e desenvolvimento e imagem corporativa. Isso, inevitavelmente, deve levar a uma queda ainda maior na sua participação no mercado.

Kia Picanto automatico


Gol 1.5 ZERO por R$ 16.700

Made in Brasil, vendido no Mexico. Por enquanto o Brasileiro prefere pagar R$ 24.450 mais impostos


domingo, 22 de julho de 2012

Dodge facilita a vida da Fiat com o Freemont e aumenta Journey para 129.900 e 139.900 reais

 http://www.noticiasautomotivas.com.br/dodge-facilita-a-vida-da-fiat-com-o-freemont-e-aumenta-journey-para-129-900-e-139-900-reais/

Depois de aumentar o preço da RAM para 169.900 reais, a Dodge facilita as coisas para o Fiat Freemont, reajustando os preços do Journey  para 129.900 e 139.900 reais.
Vários leitores nos avisaram dessa mudança hoje, que deixou muita gente assustada, afinal aumentar em 20.000 reais um modelo desse preço certamente não é como aumentar 20.000 reais o preço de uma pickup de nicho, de mais de 150.000 reais.
Com certeza as vendas do Journey, que já eram fracas, estancarão de vez, concorda? De acordo com nosso relatório mensal de vendas de crossovers e SUVs, em sua última edição, apontou que ao passo que o Freemont vendeu quase 1.000 unidades, o Journey ficou em 228. Isso com o preço anterior.

domingo, 15 de julho de 2012

A HORA E A VEZ DO CARRO USADO

 
Redução de IPI e de taxa de juros para estimular o aquecimento da venda de carros novos e desafogar os pátios dos fabricantes. Hoje o consumidor que busca seu carro 0-km tem uma infinidade de opções, a disputa pelo cliente está acirrada. Descontos, promoções, feirões, taxa zero do fabricante para financiamento e mesmo os bancos estão ajudando, com taxas atraentes a partir de 0,75% ao mês para financiar um carro novo. Ok, tudo isto é ótimo. Mas, o que fazer com o carro usado?

Semana passada meu gerente do banco ligou oferecendo dinheiro a 0,75% ao mês para trocar de carro. Particularmente, sou totalmente contra pagar juros, acho um dinheiro jogado fora, queimado, sem retorno algum, apenas para satisfazer aquela pressa de criança que muitos de nós temos de querer o brinquedo novo agora e de não termos que esperar até o Natal. Paga-se 15 mil em “suaves prestações” para se ter 10 mil agora, nesta brincadeira 5 mil são simplesmente queimados em juros, tudo por não saber esperar e nem ter paciência de juntar dinheiro. O banco agradece. 


Voltando ao meu gerente, já de olho neste post, disse que estava pensando sim em trocar de carro, só que não queria um 0-km, mas um usado mais novo do que o meu. Aí ele falou: “Ah, mas essa taxa de 0,75 é só para carro novo, para usado é 1,75%”.

Nenhuma ação vem sem uma reação correspondente. A queda de preço do novo e as facilidades de financiamento só para carros 0-km se fizeram sentir nos usados, o mercado sentiu o baque. E muito. Estive neste final de semana na tradicional Feira do Orca, que acontece aqui em Brasília todo domingo no estacionamento do Colégio Leonardo da Vinci de Taguatinga, próximo ao Taguatinga Shopping. Fui em dois domingos seguidos nesta feira, para tentar vender o Fiesta 2006 da minha esposa (estamos trocando em um Siena 2008 da mãe de um amigo meu, com apenas 30.000 km), dias 24 de junho e 1º de julho. O que vi lá foi assustador.

No primeiro domingo, fiquei ao lado de um Monza 93 “completo com ar e direção” e de um Siena Fire 2010 “completo de tudo, impecável, único dono”. O Monza foi vendido por 6 mil reais (o dono pedia 7 mil inicialmente), o Siena não foi vendido naquele dia. O papo com o dono do Siena, um negociante de carros, foi revelador. Ele pedia 21.900 no carro, mas entregava por 21 mil. (25.259 de tabela Fipe, em junho). Disse que tinha fechado por 23.900 (financiado) uma semana antes, mas o cliente foi à concessionária cotar um 0-km e a parcela do 0-km ficava muito próxima da parcela do usado e o cliente acabou preferindo o 0-km (quem não preferiria?). Coisas da diferença da taxa de juros.

Andando pela feira, vi muitas ofertas tentadoras. Só para dar exemplos, vi Fusion 2007 com 90.000 km, que na Fipe “valia” 40 mil, por R$ 33.900 (dá vontade de chorar ao pensar que paguei 45 mil no meu 2008 dez meses atrás...). Focus 2009 2-litros automático, R$ 41.170 de Fipe, por R$ 34.900. E o Focus estava um brinco, tinha apenas 26.000 km. Uma moça com o noivo tentava vender seu Clio 1,6 litro Privilège completo com airbags e tudo mais por 16,5 mil reais (Fipe, 21.300). Na saída, quando estava indo embora, vi um particular vendendo um Fiesta 2009 1,6 litro (25.800 de Fipe) por 23 mil, mas na conversa ele disse que baixava para 21,5 mil. Carro realmente inteiro, com 28.000 km. Disse que estava trocando de carro e que na concessionária deram 20 mil, ele queria ver se pegava um pouco mais na feira.

Domingo passado, nova visita. Fiquei ao lado de um Classic 2008 pelado e da barraca de pastéis. O Classic, que na Fipe “vale” 19,6 mil, saía por 16 mil e foi arrematado por 15 mil. Este mesmo carro, 0-km, pode ser achado por 23 mil. Mais uma andada pela feira e mais ofertas. Vectra Elegance 2006 por 27 mil (31 mil de Fipe). Mille Economy 2010 2p “pelado”, 18.100 de Fipe, o dono pedia 14.100 e não vendeu. Procurando, acha-se este Mille 0-km por 20 mil reais.
Olhando os preços na internet, vê-se que ainda estão pedindo mais alto do que o mercado está pagando. Um negociante me confirmou isso: Disse que na internet eles pedem 3 mil a mais, por causa da dor de cabeça de atender gente de outros estados. E que não saem muitos negócios dali, o grosso mesmo vem da feira, mas aí o preço é menor.

Muita gente de Minas Gerais vem buscar carro em Brasília, pois crêem que os carros da capital federal tendem a ser mais bem tratados, uma vez que só rodam em asfalto bom e Brasília está a pelo menos 900 quilômetros de distância da maresia mais próxima. Além disso, crêem que o clima seco favorece a conservação da pintura. Realmente, não me lembro de ter visto carros com problemas de corrosão na feira.


Enfim, para quem fez a lição de casa e juntou dinheiro para trocar de carro, a hora é de se considerar a compra de um carro seminovo. Com a grande queda do mercado de usados, quem tem dinheiro na mão consegue comprar um ótimo seminovo com um grande desconto se tiver paciência de procurar. Pelo preço de um Cobalt LS, com motor de 1,4 litro, que nem vidros com acionamento elétrico tem (36 mil, que é o que se consegue no mercado com os descontos), pode-se sair num Focus 2 litros automático com três anos de uso, com todos os mimos impensáveis no Cobalt, carro que 0-km custaria 56 mil reais.

Mesmo quem tem apenas 15 mil na mão e está pensado em financiar os 8 mil que faltam para comprar seu Classic 0-km, pode aproveitar o bom momento em que a diferença de preço para o usado está muito grande e comprar a vista um Classic 2008, podendo, sem dívida nenhuma, em vez de pagar uma parcela com juros, juntar dinheiro para mais para frente poder trocar este carro por outro mais novo.
 

Toyota Corolla ZERO por 32.750 R$

No exterior, sim, mas o Brasileiro gosta de pagar mais.


quarta-feira, 11 de julho de 2012

Estratégia das montadoras é a boa relação com o Planalto

  http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2012/07/11/estrategia-das-montadoras-e-a-boa-relacao-com-o-planalto/
- A mão amiga do governo vale mais do que bons produtos ou uma estratégia de marketing eficiente
O carro é bem vendido no Brasil não porque tem a melhor qualidade, o melhor custo, o menor lucro, porque é o mais bonito ou o mais veloz. A marca que mais cresce não é a que empreende a melhor ação de marketing, a melhor estratégia de mercado ou faz o melhor lançamento. E muito menos porque tem a preferência do consumidor.
O que tem determinado as mudanças nas vendas no mercado de carros no Brasil é a antítese do pensamento liberal: a intervenção do Estado na economia. Intervenção, é preciso dizer, feita a pedido e em benefício das próprias montadoras, incomodadas com a evolução de vendas de marcas importadas, que chegaram com produtos de alta qualidade, bem equipados e, mesmo pagando impostos extras, forçaram a queda dos preços no mercado.
O balanço de vendas do primeiro semestre de 2012 mostra uma mudança brusca no comportamento de algumas marcas, resultado da intervenção do Planalto no setor.
É natural que as marcas velhas percam espaço para as novas, já que elas detêm ampla parcela do mercado: as três grandes – Fiat, Volkswagen e GM – têm juntas mais de 60% das vendas, enquanto as pequenas evoluem lentamente. O que não é natural é a queda brusca sofrida por algumas marcas em período tão curto, caso das coreanas, que vinham aumentando progressivamente as vendas, trazendo novidades, apresentando produtos modernos e competitivos. O Super IPI golpeou violentamente a Kia, que perdeu praticamente metade da sua participação: caiu de 40,5 mil unidades, vendidas no primeiro semestre de 2011, para 22 mil neste ano, 45,5% a menos. A Hyundai vendeu 42,9 mil de janeiro a junho, 21,5% a menos que no mesmo período do ano passado.
Beneficiada com a isenção para carros que vêm do México, a japonesa Nissan – tão importadora quanto as coreanas (77,6% das vendas da Nissan são de estrangeiros) – cresceu 118% e conquistou, neste semestre, 1,93 ponto de participação no mercado.
JAC e Chery, detentoras de apenas 0,6% do mercado, também foram castigadas com o Super IPI e não repetiram no primeiro semestre o mesmo desempenho que tiveram no ano passado.
Da mesma forma, foi a mão do governo que fez de junho o segundo melhor mês da história e o primeiro em vendas diárias: foram mais de 17 mil carros desovados por dia no mês passado, graças à intervenção estatal.
Tudo graças ao controle da economia, que os empresários tanto criticam, mas dizem amém – e até aplaudem – quando a intervenção vem em seu benefício.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Política do governo deve reduzir comércio de veículos importados em 40% este ano

http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2012/07/10/politica-do-governo-deve-reduzir-comercio-de-veiculos-importados-em-40-este-ano.jhtm

A decisão do governo federal de elevar o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos importados de países não pertencentes ao Mercosul em 30 pontos percentuais, em vigor desde dezembro do ano passado, já produz resultados. A estimativa é que haja queda de 40% na comercialização de automóveis desse segmento em 2012.
A projeção negativa foi feita nesta terça-feira (10) pelo presidente da Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva), Flavio Padovan, durante a divulgação do balanço do setor. A redução também está sendo relacionada à alta do dólar. O aumento do IPI foi anunciado em 15 de setembro, mas por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), a medida precisou cumprir período de 90 dias para vigorar.
Segundo levantamento da Abeiva, no primeiro semestre deste ano, o emplacamento de carros importados no Brasil registrou queda de 21,6%, ante o mesmo período de 2011. A média de vendas caiu de 18.342 no segundo semestre de 2011 para 11.829 no primeiro semestre deste ano.
O impacto sobre os empregos diretos no país, segundo a Abeiva, é de menos 29% no comparativo entre 2011 e 2012, com redução de 10 mil postos de trabalho (35 mil para 25 mil).
“O crescimento de empregos na indústria nacional foi compensada pela perda [de postos de trabalho] na de importados”, disse Padovan, referindo-se ao melhor desempenho de vendas dos veículos nacionais, beneficiados pela redução do IPI.
O recolhimento de impostos gerados pela venda de carros importados também poderá sofrer queda de 40%, passando de R$ 6 bilhões para R$ 3,6 bilhões.
Padovan demonstrou preocupação com o cenário, mas disse que ainda espera que o governo traga uma solução até o final do mês. De acordo com ele, o Ministério da Fazenda estuda medidas de auxilio, que podem ir de cotas fixas de veículos importados - sem o aumento do IPI - a isenção do pagamento do imposto.
Embora represente uma fatia pequena do mercado de automóveis no Brasil (no mês de junho, somou apenas 3,3% dos emplacamentos), Padovan defende que a presença dos importados trazem uma competição saudável. “Estabelecemos padrões de tecnologia e inovação, incentivando a indústria nacional a investir”, disse.

Com queda de mais de 40% nas vendas, importadoras de automóveis já demitiram 10 mil funcionários no Brasil

 http://guilhermebarros.istoedinheiro.com.br/2012/07/10/com-queda-de-mais-de-40-nas-vendas-importadoras-de-carros-ja-demitiram-10-mil-funcionarios/

Com queda de mais de 40% nas vendas, importadoras de automóveis já demitiram 10 mil funcionários no Brasil

 por Guilherme Barros 
Os números das importadoras de automóveis são preocupantes.
Desde que o governo aumento em 30 pontos percentuais o IPI sobre os carros importados, as vendas desabaram.
Ao contrário do que acontece com os carros produzidos no Brasil, que bateram recorde em vendas no mês passado, os importados (exceto do México e da Argentina) registraram uma queda de 41,4% em junho em relação ao ano passado, com a venda de 11.202 automóveis.
No primeiro semestre, a queda nas vendas chega a 21,6%, com a comercialização de 70.971 importados.
Com esse resultados, as importadoras já demitiram 10 mil funcionários de um total de 35 mil, segundo números da Abeiva (Associação Brasileira das Importadoras de Veículos Automotores). Ou seja, quase um terço da força de trabalho.
A arrecadação de impostos também desabou.
No ano passado, o setor recolheu R$ 6 bilhões, e a perspectiva, para este ano, é de que a arrecadação caia para R$ 3,6 bilhões, uma queda de 40%.
A Abeiva negocia com o governo a flexibilização do aumento do imposto, já que muitas importadoras, que tinham planos de investir numa fábrica no país, reavaliam seus projetos.


segunda-feira, 2 de julho de 2012

Motores "economicos"


Mais um exemplo, de porque devemos BOICOTAR essas montadoras BRASILEIRAS:

O assunto mais falado atualmente é o da ECOLOGIA, e isso se reflete nos carros pela eficiência energética de seus motores. A todo momento vemos lançamentos de carros com motores "novos" mais eficientes, porém pouca gente sabe o que é a verdadeira eficiência.

As montadoras nos Empurram um motor fajuto dotado da Polêmica tecnologia FLEX (que eu odeio, mas não vou comentar sobre ela, pois tenho inúmeros motivos) enquanto lá fora existem motores que rodam com um só combustível muito mais eficiente. E PIOR EXISTEM HÁ MAIS DE UMA DÉCADA!

Vamos parar de comprar carros "ECOLOGICOS" e exigir das MONTADORAS MOTORES EFICIENTES DE VERDADE JA!!!
Mais um exemplo, de porque devemos BOICOTAR essas montadoras BRASILEIRAS:

O assunto mais falado atualmente é o da ECOLOGIA, e isso se reflete nos carros pela eficiência energética de seus motores. A todo momento vemos lançamentos de carros com motores "novos" mais eficientes, porém pouca gente sabe o que é a verdadeira eficiência.

As montadoras nos Empurram um motor fajuto dotado da Polêmica tecnologia FLEX (que eu odeio, mas não vou comentar sobre ela, pois tenho inúmeros motivos) enquanto lá fora existem motores que rodam com um só combustível muito mais eficiente. E PIOR EXISTEM HÁ MAIS DE UMA DÉCADA!

Vamos parar de comprar carros "ECOLOGICOS" e exigir das MONTADORAS MOTORES EFICIENTES DE VERDADE JA!!!