O preço não tem nada a ver com o custo do produto. Quem define o preço é o mercado”, disse um executivo da Mercedes-Benz, para explicar porque o brasileiro paga R$ 265.00,00 por uma ML 350, que nos Estados Unidos custa o equivalente a R$ 75 mil.

“Por que baixar o preço se o consumidor paga?”, explicou o executivo.

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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Um utilitário esportivo de luxo por R$ 50 mil

 http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/page/2/

– Mercado de usados oferece 149 opções na faixa de R$ 50 mil a R$ 60 mil
– Veja as oportunidades de comprar um Santa Fé, CRV, Grand Cherokee, Rav 4 ou um Discovery nessa faixa de preço
Você já pensou em comprar um utilitário esportivo de luxo? Um Hyundai Santa Fé, um Honda CRV, um Jeep Grand Cherokee, um Toyota Rav 4, um Land Rover Discovery, carros equipados com o que há de mais moderno em tecnologia de segurança, conforto, mecânica, conectividade. Muito caro? Depende: se for zero quilômetro um carro desses custa uma pequena fortuna, mas como essa categoria tem um alto grau de depreciação, em alguns anos o preço pode cair pela metade e então o carro que você nem sonhava em ter na garagem, se transforma numa boa oportunidade de compra.
Veja o caso do Hyundai Santa Fé. Novo, custa cerca de R$ 100 mil em sua versão mais barata, mas o modelo 2006 é cotado no mercado, conforme a Molicar, por R$ 52 mil. Que tal um Volvo XC90 2005 com motor 2.5 turbo, automático, completíssimo, por R$ 60 mil? Pelo mesmo preço é possível comprar um Land Rover Discovery 2004, com tração 4 X 4 e motor 2.5 turbo diesel.
Você encontra verdadeiras preciosidades a preço de carro pequeno. No mercado de novos, com esse dinheiro – R$ 50 mil a R$ 60 mil – você não encontra mais do que as versões básicas do Ecosport e do Duster ou um Tucson, com tração simples e câmbio manual.
Mas no mercado de usados você pode garimpar verdadeiras preciosidades e em alguns casos com pouco tempo de uso e baixa quilometragem. É o caso do Suzuki Grand Vitara 2011, que custa R$ 58,8 mil, o Kia Sportage, também 2011, por R$ 58 mil. Nessa faixa de preço você pode comprar uma Mitsubishi Pajero TR4 ano 2012, que custa R$ 60 mil (o modelo 2011 sai por R$ 53 mil).
Levantamento feito pela Agência AutoInforme apontou nada menos do que 150 opções de utilitários esportivos a preços que variam de R$ 50 mil a R$ 60 mil.
A vantagem de comprar um usado é que ele já passou pelo período de grande desvalorização, o que acontece nos três primeiros anos. Você paga o preço de um carro pequeno e desfruta das virtudes de um carro de luxo.
Em geral esse tipo de carro não está muito rodado, o dono é cuidadoso e portanto está em boas condições. Mas na hora da compra certifique-se de que a quilometragem marcada é a original e que o carro não sofreu nenhum acidente que tenha abalado a estrutura, porque o conserto e a manutenção desses modelos são mais caros do que o de um carro pequeno.
Na lista você vai encontrar também carros como o Kia Sorento, Land Rover Defender, os Mitsubishi Airtrek e Outlander, Nissan XTerra, SsangYong Action, Toyota Land Cruize Prado e até um jipe Troller T-4, de ano-modelos 2004 a 2012.
Clique aqui e veja a lista das 149 opções de utilitários esportivos entre R$ 50 mil e R$ 60 mil

Desconto de IPI não é suficiente para aquecer as vendas


http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2012/10/25/desconto-de-ipi-nao-e-suficiente-para-aquecer-as-vendas/
– Compras foram antecipadas; será difícil o mercado repetir o recorde de 17,6 mil carros/dia.
Para as montadoras, a melhor coisa que aconteceu no Salão do Automóvel até agora foi o anúncio da presidenta Dilma prorrogando o desconto do IPI para carro de passeio.
É uma tentativa de manter as vendas em alta, uma vez que, depois do recorde de 17,6 mil carros por dia em agosto, o mercado arrefeceu.
Por que o desconto é bom para as montadoras? Não é bom pro consumidor? Claro que sim, toda redução de imposto é boa pra quem fabrica e pra quem compra o produto. Mas a concorrência hoje é tão grande que, pra vender, é preciso baixar o preço. E a redução do IPI contribui pra isso.
As vendas neste mês estão altas se comparadas com o primeiro semestre e também com o ano passado. Até esta quarta-feira (24) foram vendidos 237.513 carros e comerciais leves, uma média diária de 13.970 unidades. É um número alto, representa 3,5 milhões de carros no ano.
Mas a indústria ficou mal acostumada com os recordes de junho, julho e agosto, com vendas diárias de 16, 17 mil unidades.
Isso não vai se repetir.
Nos meses anteriores o consumidor fez uma antecipação das compras, pra aproveitar o desconto do imposto.
O mercado não tem fôlego pra permanecer num ritmo de venda tão alucinante.
Pra vender mais, os preços têm que cair. O governo reduziu o imposto, agora é a vez das montadoras, que deveriam reduzir a margem de lucro para enfrentar a concorrência e manter o mercado aquecido.
Joel Leite

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Renault Duster: Agora mais caro porque o Brasileiro Burro paga!

http://www.noticiasautomotivas.com.br/duster-reage-diante-do-novo-ecosport-com-aumento-de-precos/

Duster reage diante do Novo EcoSport com aumento de preços


O Renault Duster não se intimidou diante do Novo EcoSport. O SUV romeno da marca francesa não teve seus preços reduzidos, pelo contrário, houve um pequeno reajuste.
O modelo custava a partir de R$ 48.170. Com o aumento, o preço sugerido do Renault Duster agora parte de R$ 48.300.
No outro extremo, a versão topo de linha Dynamique 2.0 16V 4×4 passou de R$ 61.470 para R$ 62.050. As versões Tech Road permanecem sem alteração de preço.

Porsche é primeira marca a reduzir preços após anúncio do novo regime automotivo

http://revistaautoesporte.globo.com/Revista/Autoesporte/1,,EMI321722-10142,00.htmL

Boxster passa de R$ 349.000 para R$ 299.000; Panamera S fica R$ 200 mil mais barato


Porsche mais em conta no Brasil, Boxster passa a custar R$ 299 mil
O anúncio do novo regime automotivo brasileiro, o Inovar-Auto, trouxe uma série de dúvidas sobre como (e se) o consumidor seria diretamente beneficiado no curto prazo. A primeira resposta prática acaba de ser anunciada. Mas, infelizmente, fica restrita a um segmento muito específico - o de carros premium.

A Porsche divulgou a redução de preços dos automóveis vendidos no Brasil. Com isso, o Boxster, modelo mais barato da gama, passa de R$ 349 mil para R$ 299 mil - quase 15% mais em conta. Na outra ponta da tabela, o Panamera Turbo S sai da casa do milhão: agora é vendido por R$ 949 mil, em vez de R$ 1,149 milhão. Uma queda de R$ 200 mil. Outro exemplo vem da linha Cayenne, que conta com quatro versões no país. A V6 sai por R$ 299 mil, ante os R$ 339 mil cobrados até o momento. Já a Turbo cai de R$ 699 mil para R$ 599 mil.



Panamera Turbo S tem redução de R$ 200 mil no preço e sai da casa do milhão - sai por R$ 949.000
De acordo com a assessoria de imprensa, os valores retomam o patamar praticado em 2011, antes da implantação do "Super IPI", que somou 30 pontos percentuais ao custo dos veículos. Mas leva em conta a variação cambial e a atualização de modelos. Isso é possível porque uma das novidades Inovar-Auto é o sistema de cotas para importadoras. Ele prevê um teto de 4.800 unidades importadas sem a sobretaxa (de 30 pontos percentuais) por ano para cada empresa - o número foi estabelecido com base na média das vendas registradas de 2009 a 2011. A regra é válida a partir de 2013, mas a Stuttgart preferiu antecipar a adoção da nova tabela.

No ano passado, a importadora atingiu o recorde de vendas no país: ao todo, trouxe 1.134 Porsche. O volume foi de 911 unidades em 2010 e de 552, no ano anterior. Isso significa que a média de emplacamentos nos últimos três anos foi de 865 unidades, ou seja, a cota de 4.800 modelos dá uma boa margem para a Stuttgart trabalhar. A expectativa para 2012 é atingir 600 carros.

Confira a nova tabela da Porsche no país.

Boxster - R$ 299.000
Boxster S - R$ 379.000
911 Carrera S Coupé - R$ 549.000
911 Carrera S Cabriolet - R$ 609.000
911 Carrera 4S - R$ 609.000
Cayenne V6 - R$ 299.000
Cayenne S - R$ 399.000
Cayenne GTS - R$ 499.000
Cayenne Turbo - R$ 599.000
Cayenne Turbo S - R$ 799.000
Panamera V6 - R$ 399.000
Panamera S - R$ 559.000
Panamera 4S - R$ 599.000
Panamera GTS - R$ 649.000
Panamera Turbo - R$ 769.000
Panamera Turbo S - R$ 949.000

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Fiat cinquecento apartir de R$ 30.872,00

... em Mexico sim.


Inovar o protecionismo

http://oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2012/10/06/inovar-protecionismo-468873.asp

O novo regime automotivo é protecionista. Não é para beneficiar o consumidor. É mais uma encarnação da mesma velha política que eleva os muros contra os carros importados e dá o mercado interno como sesmaria para as indústrias instaladas no Brasil. O IPI mais alto para os importados será uma segunda tarifa de importação, o que é proibido pela Organização Mundial de Comércio (OMC).
As montadoras brasileiras ganharam mais cinco anos para competir com os carros importados. É isso que estabelece o novo regime automotivo. As importadoras terão cotas anuais de importação sem IPI — outra irregularidade pela OMC — que em alguns casos representam a importação de um mês. As empresas no Brasil terão que comprovar ao governo, de ano em ano, que cumprem o prometido. Serão monitoradas.
A ideia inicial era medir a emissão de poluentes por quilômetro rodado, como é feito na Europa. As montadoras não gostaram, então eles mudaram pela eficiência energética, que é uma forma indireta de se reduzir a emissão. O problema é que muitas dessas empresas têm nos seus mercados de origem carros mais eficientes do ponto de vista do consumo de combustível do que teremos em 2017.
O governo apresentou uma conta de quanto será a economia do consumidor caso a meta de três quilômetros a mais por litro seja atingida dentro de cinco anos. É um belo exercício da modalidade chute livre. O especialista em mercado automotivo Stephan Keese, sócio da consultoria Roland Berger, lembra que isso pode deixar o carro mais caro:
— A tecnologia já existe, mas o motor custa mais caro e isso deve ser repassado ao custo do veículo.
O que torna a chutometria mais implausível é o fato de que o preço do combustível no Brasil deixou de responder a qualquer lógica de mercado. É o que o governo precisa para segurar a inflação e o quanto a Petrobras aguenta. A estatal, na atual gestão, tem avisado que não aguentará para sempre.
Luiz Carlos Mello, ex-presidente da Ford e hoje no Centro de Estudos Automotivos, acha que estamos em pleno retrocesso:
— O governo formalizou um quadro de restrição à importação. Guardadas as devidas proporções, voltamos ao período anterior a Collor. Naquela época, era proibido importar. Agora não é mais, só que a importação terá um custo altíssimo.
O Brasil como membro da OMC assumiu compromisso de ter alíquota máxima. Esse número é resultado de uma negociação que leva às “alíquotas consolidadas”. A do Brasil é 35%, e o carro já paga o teto. O que se fez nos últimos tempos foi reduzir o IPI para o carro produzido aqui. Assim, um imposto interno virou segunda tarifa de importação. Essa dupla barreira começou a ser contestada pelos parceiros, mas era temporária. O que o governo fez foi institucionalizá-la através de um programa de metas de desempenho e investimento em pesquisa.
A exigência de investimento em pesquisa e desenvolvimento no Brasil será de 0,15% da receita operacional bruta. Depois aumentará até 0,5%. Mello não acredita muito nessa pesquisa.
— Vamos supor que a Petrobras monte um centro de pesquisa no Mar do Norte. Esse centro tomará decisão sem passar pelo Rio? É claro que não.
O decreto levantou dúvidas e está sendo avaliado por especialistas. Pode vir a ser fonte de mais burocracia num país que nunca foi leve nesse campo.
Perde a conta quem tentar listar as medidas para favorecer a indústria automobilística. Elas voltaram com força em 2009, sob pretexto da crise. Até o Banco Central entrou no grupo das bondades, quando liberou R$ 18 bi de compulsório para a compra de veículos. O governo está convencido de que vai acelerar o crescimento assim. O que conseguiu até agora foi parar o trânsito das cidades.

domingo, 7 de outubro de 2012

REDUÇÃO DO IPI NUNCA CHEGOU AO BOLSO DO CONSUMIDOR

http://blogdojoaolins.blogspot.com.br/2012/10/reducao-do-ipi-nunca-chegou-ao-bolso-do.html

Se por um lado alguns carros 0 km ficaram mais baratos, por outro os usados e seminovos ficaram mais desvalorizados, obrigando o consumidor a desembolsar mais dinheiro na hora de trocar o seu veículo, aumentando ainda mais o número de brasileiros endividados.

Olhando por esta perspectiva, o brasileiro nunca viu, ou, sentiu o efeito do IPI reduzido em seu bolso. Pelo contrário. O que se viu, foi um monte de desesperados, ansiosos por trocar de carro, contraindo dívidas que dificilmente conseguirão pagar até o final. Mesmo porque no Brasil, não é fácil manter um carro. A prestação somada ao combustível (um dos mais caros do mundo), mais manutenção - que já vai estar alta – e por último, e não menos importante, todas as taxas e impostos como IPVA, Controlar, pedágios etc. só vão levar o consumidor a um fim: vender o carro.

Se o brasileiro tivesse feito as contas no papel, ou somado em qualquer calculadora chinesa, provavelmente não teria trocado de carro. Talvez, até veria que nem precisava de um novo carro. Mas com a ideia fixada pelas propagandas enganosas, quis aproveitar uma vantagem (falsa), e correu para as concessionárias para comprar algo que não compensava.

O preço do usado caiu muito, mais que o do zero km. Com o passar dos meses isso só foi piorando. E no momento, o usado continua desvalorizando enquanto o preço do zero km estacionou. Numa situação como essa, qualquer pessoa perguntaria, “quem está trocando de carro? Quem são os loucos que estão fazendo um negócio desses?”.

Só quem tinha o dinheiro na mão, consórcio ou a “sorte dos irlandeses” e conseguiu vender seu carro, um dia antes do anuncio da redução do IPI, provavelmente fez um ótimo negócio. O que se viu foi o seguinte. O zero km, mesmo que com certa timidez, ficou mais barato. Os vendedores, com estoques cheios, faziam de tudo para “limpar o pátio” e o preço final, em boa parte das negociações, era ainda mais baixo que o anunciado. Ainda hoje é comum encontrar um comprador de um Uno pagando mais barato numa concessionária que em outra, numa mesma cidade. 

Mas os responsáveis pelo endividamento da população, que trocou o usado por um carro novo, por incrível que pareça, não foi a política econômica do governo. Os principais responsáveis foram os donos de concessionárias e revendas mal intencionados que, até hoje, tentam lucrar em cima do consumidor leigo. Está se tornando comum ver subavaliações de carros com depreciação acima dos cinco mil. Por exemplo, um VW Gol 1.0 IV cuja tabela FIPE é de R$16.500, em certas revendas, ele foi avaliado por R$10.000, para depois ser vendido por cerca de 16 mil.

Na base da troca, a avaliação melhora um pouco, mas de nada adianta já que o carro novo vai estar no preço de tabela. Ou seja, o consumidor, no exemplo acima, vai vender seu carro por cerca de 6 mil abaixo da tabela e vai comprar outro pelo preço da tabela. E a justificativa das concessionárias e revendas é sempre a mesma: “hoje em dia não podemos ir pela tabela”, “eu tenho que pagar funcionário, luz, aluguel”. Nada, NADA, justifica um negócio desse tipo. É claro que não são todos os revendedores que trabalham dessa maneira. Existem pessoas honestas neste ramo. Mas infelizmente, hoje, a maioria está usando dessas artimanhas para super lucrar em cima de quem conhece pouco, ou quase nada do mercado.

Portanto, a perspectiva para o futuro não é nada boa. A redução do IPI foi pura ilusão. Como sempre acontece no Brasil, foi bom para poucos. A grande maioria fez um péssimo negócio e se endividou ainda mais. Quando essa “bolha” estourar, o preço dos usados vão cair ainda mais. As revendas vão pagar ainda menos, e nem IPI, nem juros baixos, muito menos a “bolsa” da Dilma vai segurar a quebradeira geral. É aquele velho ditado: “Alegria de pobre, dura pouco…”

sábado, 6 de outubro de 2012

Dacia Sandero antigo sai por R$ 12.450 na Espanha – Novo Stepway ganha vídeo


http://www.noticiasautomotivas.com.br/dacia-sandero-antigo-sai-por-r-12-450-na-espanha-novo-stepway-ganha-video/

Com o plano de incentivos PIVE na Espanha, alguns carros ficaram muito baratos. Neste anúncio, podemos ver por quanto sai um Dacia Sandero 0 km por lá.
Neste caso, o Dacia Sandero 2012 0 km está saindo por apenas € 4.700 ou R$ 12.450! Menos da metade do Sandero vendido no Brasil…
O modelo dispõe de motor 1.2 16V de 75 cv. Aqui, o Sandero com motor 1.0 16V de até 77 cv custa R$ 27.030.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Chevrolet Spin a partir de R$ 44.590 ZERO!!!

O presidente de uma grande montadora no mexico disse que lá os carros são mais baratos porque senão los hermanos não compram!!!! LO PUEBLO DE LÁ NO COMPRAM, AQUI OS OTÁRIOS COMPRM

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Chevrolet Spin é lançada na Argentina – Importado do Brasil, tem preço inicial equivalente a R$ 39.142,00

http://carplace.virgula.uol.com.br/chevrolet-spin-e-lancada-na-argentina-importado-do-brasil-tem-preco-inicial-equivalente-a-r-39-14200/?fb_action_ids=275575552560003&fb_action_types=og.likes&fb_source=aggregation&fb_aggregation_id=288381481237582

A Chevrolet lançou oficialmente o monovolume Chevrolet Spin no mercado argentino. Assim como ocorreu aqui, o modelo substitui a Meriva e a Zafira com versões de cinco e sete lugares LT e LTZ. Os preços começam em 90.800 pesos (R$ 39.142,00).
De acordo com a marca, o Chevrolet Spin enfrentará Volkswagen Suran, Citroën C3  Picasso e Fiat Idea. Equipada com o motor 1.8 8v de 105 cv a gasolina podendo ser acoplado a caixa manual de cinco velocidades ou automática de seis. Em 2013 haverá uma versão movida a diesel.

A Spint LT traz freios ABS, duplo airbag, ar condicionado e vidros elétricos. A LTZ adiciona faróis de neblina, volante multifuncional, sensor de estacionamento traseiro, computador de bordo e rodas de liga leve aro 15″.
Preços:
Chevrolet Spin 5 lugares LT manual, 90.800 pesos (R$ 39.142,00);
Chevrolet Spin 5 lugares LTZ manual, 101.400 pesos (R$ 43.711,00);
Chevrolet Spin 7 lugares LTZ manual, 106.800 pesos (R$ 46.039,00);
Chevrolet Spin 7 lugares LTZ automática, 112.600 pesos (R$ 48.539,00).

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Ford Mustan, Chevrolet Camaro: Pague 4, leva 1


Vendas caem 31,7% em setembro por causa do recorde histórico em agosto


http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2012/10/01/vendas-caem-317-e-ta-muito-bom/

– Queda não significa retração: é que o consumidor relaxou após o recorde histórico e setembro teve apenas 19 dias
– Foram vendidos 277.148 carros e comerciais leves, 128 mil a menos que agosto, mas vendas diárias foram boas: 14.587 unidades.
Uma análise superficial poderia indicar uma retração nas vendas de carro zero. Afinal, na comparação mês contra mês setembro fechou com uma queda de 31,7% em relação a agosto. Foram vendidos no mês que se encerrou ontem 277.148 carros e comerciais leves, 128 mil a menos do que no mês anterior.
Vários fatores explicam essa suposta queda. Em primeiro lugar, sabe-se que em agosto houve uma corrida às revendas, com o consumidor atrás do desconto do IPI, que acabou sendo prorrogado.
Como o desconto vai até o fim deste mês, o consumidor relaxou.
Outra coisa é que setembro teve apenas 19 dias úteis. Por isso a suposta queda de vendas em relação a setembro do ano passado, de 5,6%, também é ilusória. É que setembro do ano passado teve dois dias a mais (21) de venda. Na média diária, portanto, setembro de 2012 vendeu mais.
O importante para uma análise mais abalizada é justamente a média diária, que é que determina o ritmo do mercado. E no mês passado foram vendidos 14.587 unidades/dia, bem abaixo de agosto (que vendeu 17,6 mil), mas ainda assim foi um excelente desempenho, bem acima da média anual.
No acumulado do ano as vendas estão crescendo 5,6%. Foram comercializados de janeiro a setembro 2.666.976, contra 2.527.205 no mesmo período do ano passado.

O "Novo" Renault Clio 2013